- A CVC anunciou que Fábio Mader, atual vice-presidente de produtos e revenue management, será o novo CEO, substituindo Fábio Godinho.
- Mader tem mais de 20 anos de experiência em turismo, hotelaria e aviação, e já atuou na CVC em três passagens, totalizando quase 15 anos.
- Fábio Godinho liderava a empresa desde 2023, para conduzir a retomada pós-pandemia; comentou sobre o potencial da CVC em entrevista à Forbes Brasil.
- No terceiro trimestre de 2025, a CVCB3 registrou lucro líquido ajustado de R$ 62,5 milhões, alta de 35,6% ante o mesmo período de 2024; o lucro contábil foi de R$ 40,6 milhões, incremento de 181,4%.
- O novo CEO aposta em cinco pilares: foco no cliente, omnicanalidade, rentabilidade, desenvolvimento de pessoas/transformação cultural e desalavancagem financeira; a meta é que os canais digitais próprios respondam entre 20% e 30% das vendas nos próximos três anos.
A CVC Corp informou na noite de quinta-feira (15) que o vice-presidente de produtos e revenue management, Fábio Mader, assumirá o posto de CEO da companhia, substituindo Fábio Godinho, que liderava a operadora e agência de viagens há três anos e meio.
Mader tem mais de 20 anos de experiência em turismo, hotelaria e aviação, com três passagens pela CVC, somando quase 15 anos. Liderou áreas estratégicas como produtos e operações internacionais, inclusive na Argentina durante a pandemia. Nos últimos anos, esteve à frente de agendas centrais.
Godinho retornou à CVC em 2023 para conduzir a retomada pós-pandemia. Em entrevista à Forbes Brasil, em agosto de 2025, ele destacou o momento de retorno do ativo e o potencial do grupo CVC Corp.
No terceiro trimestre de 2025, a CVC (CVCB3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 62,5 milhões, alta de 35,6% ante o mesmo período de 2024. O lucro contábil foi de R$ 40,6 milhões, aumento de 181,4%.
Estrategias do novo CEO
Fábio Mader apresenta um plano centrado em cinco pilares: foco no cliente, cadeia integrada de ponta a ponta; omnicanalidade entre lojas físicas e digitais; rentabilidade, com desempenho das lojas e operações otimizadas; desenvolvimento de pessoas e transformação cultural; desalavancagem financeira contínua.
O executivo aponta que a combinação entre cliente, tecnologia e rentabilidade guiará a gestão. A meta é ampliar a relevância dos canais digitais próprios, buscando que site e app respondam por 20% a 30% das vendas nos próximos três anos.
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