- O CEO da Ecoville, Cristiano Corrêa, afirma que soft skills passaram a integrar a gestão e a expansão da rede.
- Competências como comunicação, adaptabilidade e liderança orientam decisões estratégicas e a condução de equipes na rede.
- A comunicação com franqueados foi reformulada, com canais diretos, rotinas de troca e encontros frequentes para reduzir ruídos e alinhar expectativas.
- A adaptabilidade diante de cenários voláteis passou a fazer parte da tomada de decisão, com revisão de processos, testes de novos formatos e ajustes de rotas.
- A liderança e o desenvolvimento de pessoas, com programas de capacitação contínua e acompanhamento próximo, ajudam a reduzir rotatividade e sustentar o crescimento.
Em um cenário de negócios marcado por mudanças rápidas e maior complexidade, as soft skills passam a orientar decisões, fortalecer equipes e sustentar a expansão de redes. O líder da Ecoville, Cristiano Corrêa, aponta que competências como comunicação, adaptabilidade e liderança ganharam espaço na gestão, influenciando desde a estratégia até a convivência com franqueados.
Há quatro anos à frente da Ecoville, Corrêa afirma que o desenvolvimento dessas habilidades deixou de ser elemento auxiliar para se tornar parte central da gestão. Treinar pessoas envolve mais do que processos e indicadores; envolve comportamento, tomadas de decisão e a relação com franqueados e equipes.
Segundo o executivo, a experiência na condução da rede revelou três soft skills que impactam diretamente a execução da estratégia e a consistência operacional.
Comunicação como ferramenta de alinhamento
A gestão redesenhada pelo líder passou a privilegiar canais diretos de comunicação com franqueados. Rotinas de troca, encontros frequentes e menos ruídos passaram a alinhar expectativas.
Para Corrêa, comunicação significa ouvir, contextualizar decisões e explicitar critérios. A mudança aumenta o engajamento e gera previsibilidade na relação entre franqueadora e rede.
Adaptabilidade em cenários voláteis
A capacidade de ajustar decisões diante de mudanças de mercado também é destacada. Em contextos com variação de demanda, custos e comportamento do consumidor, a flexibilidade tornou-se prática comum.
Revisões de processos, testes de novos formatos e correções de rota passaram a fazer parte da rotina de gestão, permitindo enfrentar cenários adversos sem comprometer a operação da rede.
Liderança e desenvolvimento de pessoas
Com franqueados e equipes com perfis diversos, a condução de pessoas tornou-se eixo central. A liderança passa a considerar diferentes contextos, necessidades e estágios de maturidade operacional.
Segundo Corrêa, decisões estratégicas passaram a incluir programas de capacitação contínua e acompanhamento mais próximo. O foco no desenvolvimento humano contribui para reduzir rotatividade, fortalecer a cultura interna e sustentar o crescimento da rede.
Entre na conversa da comunidade