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Tailândia mira início de 2026 para regulamentação de ETFs de criptomoedas

SEC da Tailândia finaliza regras para ETFs de criptomoedas, futuros e ativos tokenizados, ampliando acesso e liquidez até o início de 2026

Thailand crypto ETF
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  • A Comissão de Valores Mobiliários da Tailândia (SEC) finaliza, no início de 2026, regulamentação para ETFs de criptomoedas e negociação de futuros, expandindo o acesso a ativos digitais e definindo regras de licenciamento e tokenização.
  • Os reguladores estudam permitir a negociação de futuros de criptomoedas no Thailand Futures Exchange (TFEX) e reconhecer ativos digitais como classe subjacente sob a lei de Derivativos.
  • Os ETFs de criptomoedas devem reduzir riscos de segurança e facilitar o investimento, dispensando o uso de carteiras digitais pelos investidores e fortalecendo a liquidez com makers de mercado.
  • A SEC pretende implementar produtos conjuntos entre gestão de ativos e exchanges licenciadas, com possível listagem e negociação no Stock Exchange of Thailand (SET).
  • A expansão inclui sandbox regulatório com o Banco da Tailândia para tokenização e uso de tokens digitais, além de ampliar investimentos tokenizados para títulos e fundos, com lançamento de um token verde reservado.

A Thailand Securities and Exchange Commission está finalizando regras para ETFs de criptomoedas e para negociação de futuros de ativos digitais no início de 2026, com o objetivo de ampliar o acesso a ativos digitais e estabelecer estruturas de licenciamento e tokenização. A iniciativa busca alinhar o marco de mercados de capitais do país às tendências globais de adoção de criptoativos.

De acordo com a SEC, as diretrizes formais para a criação de crypto ETFs devem sair ainda no começo deste ano, enquanto o país prepara a possibilidade de negociar futuros de cripto na Thai Futures Exchange. As medidas foram aprovadas em princípio pela diretoria, com regras operacionais e de investimento em estágio final de desenvolvimento.

Regulação em fase final

A SEC pretende incentivar a participação de gestores de ativos e exchanges licenciadas no desenvolvimento conjunto de produtos, com listagem prevista na Bolsa de Valores da Tailândia. Além disso, o regulador busca reconhecer formalmente as criptomoedas como classe de ativo sob a Derivatives Act, abrindo caminho para futuros de cripto na TFEX.

Objetivo e impactos para os investidores

O regulador destaca que os ETFs de criptomoedas oferecem acesso facilitado e reduzem riscos operacionais, como violação de segurança de carteiras. A ideia é oferecer exposição a ativos digitais sem a necessidade de wallets ou chaves privadas, aumentando a segurança para investidores.

A SEC também avalia a atuação de criadores de mercado para assegurar liquidez, com potenciais participantes incluindo exchanges, instituições financeiras e empresas que detêm Cripto em balanços. Produtos desenvolvidos entre gestoras e exchanges licenciadas poderiam ser negociados na bolsa local.

Panorama regulatório e estratégias de diversificação

O regulador trata cripto como mais uma classe de ativos para diversificação de portfólio, recomendando alocação de 4-5% para investidores com maior tolerância ao risco. Em 2024, a Tailândia já aprovou seu primeiro ETF de Bitcoin à vista, estruturado como fundo de fundos.

Além disso, o país planeja ampliar a linha de ETFs para altcoins e tokenização de investimentos, com projetos conjuntos entre agências para expandir ofertas além do Bitcoin. A regulamentação também visa clarificar limites entre informação de mercado e serviços que exigem licenciamento profissional.

Parcerias e ambiente regulatório

A SEC trabalha com o Banco da Tailândia para criar um sandbox que incentive tokenização e tecnologia de registro distribuído. A expectativa é reduzir barreiras para investidores de varejo e estimular o uso de tokens em investimentos, incluindo títulos e fundos tokenizados, além de lançar o primeiro token verde no país.

As mudanças acompanham movimentos globais, com países asiáticos e ocidentais avançando na introdução de produtos regulados de cripto. A Tailândia mantém o objetivo de ampliar o ecossistema financeiro digital com supervisão e transparência.

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