- O Ibovespa fechou em recorde nominal, com alta de 2,20%, aos 175.589,35 pontos.
- O dólar à vista caiu 0,68%, para R$ 5,2845.
- Entrada de recursos externos sustenta o movimento, com investimento internacional migrando rumo a mercados emergentes, incluindo o Brasil.
- O mercado acompanha a primeira reunião do Copom do ano, com a expectativa de manter a Selic em 15% e probabilidade estimada de 82%.
- O cenário externo favorável, aliado à busca por diversificação, deve manter o impulso no curto prazo, ainda que permaneçam incertezas políticas nacionais.
O Ibovespa fechou a sessão anterior em recorde nominal, com alta de 2,20% e 175.589,35 pontos. No câmbio, o dólar à vista caiu 0,68%, para 5,2845 reais. O movimento ocorre nesta sexta-feira, 23 de janeiro, em ambiente global de reequilíbrio de portfólios.
Investidores internacionais avançam com saída de ativos dos EUA e entrada em mercados emergentes, incluindo o Brasil. O fluxo é impulsionado pela atratividade de liquidez, valuations mais baixos e maior fluxo de capital estratégico, apesar da incerteza política interna.
A troca de ativos responde à busca por diversificação diante de juros elevados e sinais de desaceleração seletiva da economia americana. Mesmo com turbulências políticas relevantes, o cenário externo tem sustentado o apetite por ações brasileiras.
Perspectivas
A combinação de fluxo externo positivo, juros estáveis e diversificação deve pressionar o mercado no curto prazo. Ainda assim, a sustentabilidade do movimento depende das incertezas locais e de mudanças no humor global.
O mercado inicia o dia com atenção à primeira reunião do Copom do ano. A provável manutenção da Selic em 15% é avaliada em 82% de probabilidade, com foco na comunicação sobre próximos passos da política monetária.
Indicadores
Brasil
Sem indicadores relevantes
Estados Unidos
PMI Industrial (Jan) — Esperado 51,9; Anterior 51,8
PMI dos Serviços (Jan) — Esperado 52,9; Anterior 52,5
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