- O terceiro leilão do Eco Invest encerrou com R$ 15 bilhões de capital público liberado, para viabilizar cerca de R$ 53 bilhões em investimentos sustentáveis.
- A demanda total apresentada poderia mobilizar até R$ 80 bilhões em investimentos, a partir de R$ 24 bilhões em recursos públicos.
- O leilão foca em participações societárias, com recursos destinados a empresas de base tecnológica, startups e negócios em expansão, via private equity e venture capital.
- Seis instituições financeiras foram vencedoras; o Itaú lidera, respondendo por cerca de 50% do investimento homologado (aproximadamente R$ 30 bilhões), seguido pela Caixa (R$ 9 bilhões).
- Após a homologação, bancos têm até dois anos para mobilizar capital externo e até cinco anos para efetuar os aportes; até o momento, três leilões totalizam R$ 127 bilhões mobilizados.
O terceiro leilão do programa Eco Invest finalizou com a liberação de R$ 15 bilhões em capital público. O volume é suficiente para viabilizar aproximadamente R$ 53 bilhões em investimentos sustentáveis, segundo o Tesouro Nacional nesta quarta-feira.
A secretaria informou que a demanda total teve potencial para mobilizar R$ 80 bilhões em investimentos a partir de uma disponibilidade de R$ 24 bilhões em recursos públicos. O Eco Invest, lançado em outubro, tem como foco investimentos em participações societárias.
Vencedores e montantes
No modo de “blended finance”, seis instituições financeiras apresentaram lances com indicação de recursos privados a mobilizar. O Itaú liderou as propostas, respondendo por cerca de 50% do investimento total homologado, com carteira próxima de R$ 30 bilhões. Em seguida veio a Caixa, com R$ 9 bilhões em investimentos.
Também tiveram lances homologados Bradesco, HSBC, BNDES e Banco do Brasil. A partir da homologação, os bancos têm até dois anos para mobilizar capital externo e cinco anos para efetuar os aportes. Com três leilões concluídos, o Eco Invest já mobilizou R$ 127 bilhões para a transição ecológica, segundo o Tesouro.
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