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Indústria de Máquinas Agrícolas registra 7,4% de alta e R$ 66,75 bi em 2025

Indústria de máquinas agrícolas encerra 2025 com receita de R$ 66,75 bilhões, alta de 7,4%, impulsionada por safras recordes; mercado interno soma R$ 57,6 bilhões

Colheita de soja
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  • A receita líquida do setor de máquinas e implementos agrícolas no Brasil foi de R$ 66,75 bilhões em 2025, alta de 7,4% em relação a 2024.
  • O faturamento no mercado interno somou R$ 57,6 bilhões, aumento de 6,7% frente ao ano anterior.
  • As exportações da indústria atingiram US$ 1,63 bilhão, avanço de 12,2% em 2025.
  • O total de tratores e colheitadeiras vendidos no país foi de 61.064 unidades, cifra 14,1% superior a 2024; tratores internalizaram 52.124 unidades (+16,5%) e as colheitadeiras somaram 3.410 unidades (+5,2%).
  • Para 2026, a Abimaq projeta crescimento da receita acima de 3%, mantendo a tendência de recuperação após quedas anteriores.

A indústria de máquinas e implementos agrícolas do Brasil fechou 2025 com receita líquida de R$ 66,75 bilhões, alta de 7,4% em relação a 2024, impulsionada por safras recordes de soja e milho. Os números são da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) e foram divulgados nesta semana.

O faturamento no mercado interno respondeu pela maior parte da receita, somando R$ 57,6 bilhões, quase 7% acima de 2024. A alta interna ocorreu puxada pela demanda por tratores e colheitadeiras, frente a condições climáticas favoráveis no período.

Em 2025, as exportações da indústria cresceram 12,2%, totalizando US$ 1,63 bilhão. No Brasil, o total de 61.064 máquinas comercializadas entre tratores e colheitadeiras representa avanço de 14,1% frente a 2024, ainda que dezembro tenha registrado recuo sazonal.

Tratores foram o segmento dominante, com 52.124 unidades vendidas no mercado interno, aumento de 16,5% ante 2024. Já as colheitadeiras somaram 3.410 unidades, alta de 5,2% no ano, apesar da queda de 13,7% em dezembro frente ao mesmo mês de 2024.

Analistas sinalizam que o ano de 2026 deve manter o ritmo de crescimento, porém em ritmo mais moderado, com expectativa de expansão superior a 3% na receita. A leitura é que o setor ainda se beneficia de ganhos de produtividade, com clima mais estável e safras robustas.

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