- A Fictor pediu recuperação judicial em São Paulo, menos de três meses após tentar comprar o Banco Master.
- O processo envolve a holding do Grupo Fictor e uma financeira, sem incluir outras empresas do grupo, como a Fictor Alimentos.
- Dívidas somam cerca de R$ 4 bilhões e a maior parte dos credores são investidores nos produtos da Fictor.
- A empresa quer suspensão de pagamentos por 180 dias, mas afirma que pretende quitar o valor total devido.
- A crise de liquidez decorre da liquidação do Banco Master, ordenada pelo Banco Central do Brasil, e gerou impacto reputacional que deixou a Fictor mais enxuta.
A Fictor pediu recuperação judicial em São Paulo, menos de três meses após tentar comprar o Banco Master. A medida visa reestruturar cerca de R$ 4 bilhões em dívidas, decorrentes da liquidação do banco alvo.
O processo envolve a holding do Grupo Fictor e uma empresa de financiamento, sem abranger outras áreas do grupo, como a Fictor Alimentos, que não está incluída na recuperação.
A maior parte dos credores são investidores em produtos da Fictor, segundo a empresa. A Fictor busca suspender por 180 dias o pagamento aos credores, mantendo a intenção de quitar o montante devido integralmente.
A empresa afirma enfrentar uma crise momentânea de liquidez provocada pela liquidação do Banco Master, ordenada pelo Banco Central do Brasil um dia após a Fictor anunciar a liderança de um grupo de investidores na compra do Master.
Segundo a Fictor, as consequências da falência do Master causaram uma crise de reputação que secou a liquidez do grupo. Para enfrentar a situação, a companhia reduziu a estrutura e cortou empregos.
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