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Presidentes de bancos recuam em compromissos climáticos; acionistas podem revoltar

Diretoria de bancos pode enfrentar revoltas de acionistas se recuarem metas climáticas, com votações de reeleição previstas neste ano

View of tall office blocks in Canary Wharf, London, including the HSBC and Barclays buildings. The photograph is taken from the platform of Poplar station. A red-haired woman stands with her back to the camera , leaning as if she is looking at her phone. She has large headphones on and carries a rucksack over one shoulder
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  • Dirigentes de bancos que enfraquecerem metas climáticas neste ano podem enfrentar revoltas de acionistas, segundo a campanha ShareAction.
  • A organização vai entregar relatórios a fundos de pensão e gestores de ativos para verificar se 34 dos maiores financiadores mantêm ou recuam seus objetivos de emissões líquidas zero.
  • Os bancos do Reino Unido, incluindo NatWest, Lloyds e HSBC, devem divulgar seus relatórios anuais até o fim de fevereiro; o Barclays publicará o relatório na terça-feira.
  • ShareAction pedirá que acionistas institucionais votem contra a recondução de presidentes que presidam esse recuo, com votações previstas para a primavera.
  • Kelly Shields, gerente sênior da campanha bancária, afirma que a iniciativa é simbólica, mas busca enviar um recado claro aos diretores e encorajar o debate com investidores.

ShareAction vai avaliar compromissos climáticos de 34 dos maiores bancos mundiais e pode sinalizar revoltas de acionistas contra reeleições de cadeiras que recuaram nas metas de net zero. As análises serão enviadas a fundos de pensão e gestores de ativos nas próximas semanas.

A campanha acompanha mudanças nas políticas ambientais, geralmente publicadas junto aos relatórios anuais. Bancos britânicos lideram a pauta, com NatWest, Lloyds e HSBC prestes a divulgar seus resultados; Barclays tem divulgação marcada para terça-feira.

A expectativa é de que acionistas institucionais votem contra a reeleição de cadeiras envolvidas em recuos climáticos, em assembleias que começam nesta primavera. Kelly Shields, da ShareAction, ressalta o alcance simbólico de tais votos.

A organização destaca que, mesmo com votos superiores a 98% a favor, redução de apoio pode enviar sinal forte aos diretores e estimular maior engajamento com investidores. O objetivo é frear a tendência de recuo climático.

A campanha ocorre em meio a pressões sobre o setor financeiro por compromissos com o meio ambiente, intensificadas após a volta de Donald Trump aos EUA. O cenário fortalece críticas a políticas de financiamento de combustíveis fósseis.

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