- A BYD, maior fabricante mundial de veículos elétricos, juntou-se a mais de 1.000 entidades buscando reembolso das tarifas de importação cobradas pelo governo dos Estados Unidos.
- As unidades da BYD nos EUA entraram com ação no Tribunal de Comércio Internacional dos EUA em 26 de janeiro, argumentando que o conjunto de ordens executivas que embasava as tarifas é inválido.
- A empresa afirma que, por isso, a cobrança das tarifas seria ilegal, conforme o processo.
- A decisão sobre a legalidade das taxas assinadas por Donald Trump está pendente na Suprema Corte dos EUA.
- Além da BYD, nomes como Costco e Goodyear já pressionam por reembolsos; a BYD afirma ter pago tarifas significativas sobre materiais importados para suas operações nos EUA.
A BYD, maior fabricante mundial de veículos elétricos, entrou com uma ação no Tribunal de Comércio Internacional dos EUA para buscar o reembolso das tarifas de importação pagas ao governo americano. A demanda foi protocolada em 26 de janeiro e sustenta que o conjunto de ordens executivas que embasa as tarifas é inválido. Com isso, a empresa reivindica a ilegalidade da cobrança.
A ação se soma a centenas de entidades que já pleiteiam devoluções de bilhões de dólares em tarifas cobradas até hoje. Entre os participantes estão nomes conhecidos como Costco e Goodyear, além de outras companhias que buscam alívio financeiro por meio de processos coletivos.
Contexto e desdobramentos
O grupo de empresas afirma ter pago tarifas significativas sobre matérias-primas e componentes utilizados em suas operações. O processo ocorre enquanto uma decisão da Suprema Corte dos EUA sobre a legalidade dessas taxas ainda não foi proferida.
A BYD atua nos EUA projetando e fabricando ônibus e caminhões elétricos, embora não venda carros de passeio no país devido ao regime regulatório. As unidades americanas afirmam não haver garantia de reembolso sem julgamento ou alívio judicial.
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