- Governo concedeu contratos para um recorde de novos projetos de energia solar, fortalecendo as metas de energia limpa do país.
- Os empreendimentos serão distribuídos pela Inglaterra, Escócia e País de Gales, com a fazenda solar de West Burton prevista na fronteira de Lincolnshire e Northamptonshire tornando-se a maior já vencedora de contrato.
- Organizações de clima e energia limpa receberam as notícias com otimismo, destacando a solar como forma econômica de reduzir a dependência de combustíveis fósseis, principalmente nos meses de verão.
- Algumas comunidades locais se opõem a grandes projetos desse tipo próximos às suas áreas, chamando a atenção para o impacto visual no paisaje.
O governo concedeu contratos para um recorde de novos projetos de energia solar, em um movimento destinado a ampliar metas de energia limpa. A iniciativa visa reduzir a dependência de combustíveis fósseis, especialmente nos meses de verão.
As usinas serão instaladas em diversas partes da Inglaterra, Escócia e País de Gales. Entre os projetos, a usina solar West Burton, na fronteira entre Lincolnshire e Northamptonshire, tende a ser a maior já contemplada em um contrato governamental.
O anúncio foi recebido com entusiasmo por grupos de clima e energia limpa, que veem a solar como uma forma relativamente barata de acelerar a transição energética.
Entretanto, algumas comunidades locais resistem a grandes empreendimentos próximos de residências, apontando impactos visuais no paisaje.
Impactos e reações
- Organizações ambientais destacam o papel da solar na redução de emissões e na segurança energética.
- Já opositores locais solicitam avaliação de impactos e garantias de compensação ambiental e social.
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