- Carnaval deve movimentar R$ 14,48 bilhões, com alta real de 3,8% em relação a 2025, impulsionada por turismo e consumo.
- Lojistas precisam ajustar oferta, preço e equipes para absorver picos sem perder vendas.
- Planejamento e dados são fundamentais: antecipar negociações, revisar sortimento e usar gestão em tempo real para ajustar preços e reposição.
- Cartões de loja e crédito do varejista ganham relevância, aumentando ticket e recorrência durante o feriado.
- Execução em tempo real com IA ajuda a monitorar vendas e reposição, reduzindo fricções; prevenção de perdas com câmeras inteligentes acompanha o Carnaval, com exemplos de queda de furtos em Santa Catarina.
Com a proximidade do Carnaval, o varejo encara um dos períodos de maior fluxo de clientes no primeiro semestre. A projeção indica movimento de R$ 14,48 bilhões, com alta real de 3,8% em relação a 2025, impulsionada por turismo e consumo.
Especialistas apontam que lojistas devem ajustar oferta, preço e equipes para absorver picos sem perder vendas. Práticas de planejamento ajudam a elevar as conversões durante as festas de Momo.
O levantamento mostra que o desempenho depende de dados e gestão. Anticipar negociações, organizar kits e revisar sortimento ajudam a girar estoques de acordo com o Carnaval.
Planejamento e dados no varejo
Segundo Bernardo Rachadel, da Zucchetti Brasil, decisões rápidas e pressão operacional marcam o período. Ferramentas de gestão permitem acompanhar vendas e estoque em tempo real.
Com isso, ajustes de preço, reposição e escala de trabalhadores ganham precisão durante o feriado. O uso de dados facilita calibrar o processo de atendimento.
Crédito próprio e conversão
Cartões de loja e crédito disponível pelo varejista ganham relevância quando o fluxo aumenta. Essas soluções elevam o ticket médio e a recorrência de compras.
Pedro Albuquerque, da RPE, destaca que o controle do ecossistema de crédito melhora a leitura do comportamento do cliente. Campanhas e limites ganham aderência no Carnaval.
Execução em tempo real e IA
Stefan Furtado, da Manhattan Associates, aponta a importância da operação em tempo real. Durante picos, decisões automatizadas reduzem fricções na loja e na logística.
Agentes de IA monitoram vendas, pedidos e reposição de forma contínua. Gargalos são identificados cedo e acionados rapidamente.
Prevenção de perdas em lojas físicas
A alta circulação eleva riscos no varejo físico. Rodrigo Tessari, da Deconve, vê câmeras inteligentes e análise comportamental como mecanismos de antecipação.
Dados da Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina indicaram redução de mais de 40% nos furtos no Carnaval, associada a tecnologias e cooperação operacional. O exemplo pode servir para outras regiões turísticas.
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