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Dólar cai para o menor nível em 21 meses e bolsa bate recorde

Dólar cai a R$ 5,19, menor em 21 meses, e Ibovespa atinge recorde de 187.200 pontos com alta de 2,15%, impulsionado por dados dos EUA e recomendações da China

Dólar comercial fecha abaixo de R$ 5,20 e Ibovespa supera 186 mil pontos.
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  • O dólar Comercial caiu 1,02% e fechou a 5,19 reais, menor valor desde 20 de abril de 2024 (5,18 reais).
  • O Ibovespa terminou em 187.200 pontos, alta de 2,15%, atingindo recorde histórico.
  • A alta do índice teve apoio de bancos e commodities, além de melhora no cenário externo.
  • Dados de emprego dos Estados Unidos indicaram desaceleração na criação de vagas, alimentando expectativa de pausa na esse Fed.
  • Investidores na China emitiram recomendações que reforçaram a confiança na economia global e ajudaram a entrada de recursos no mercado brasileiro.

O dólar comercial fechou nesta segunda-feira (11) em R$ 5,19, menor nível em 21 meses. A queda ocorreu após dados de emprego dos EUA que indicaram desaceleração na criação de vagas, reforçando a expectativa de juros mais baixos por mais tempo e beneficiando o câmbio no Brasil.

O Ibovespa correspondeu ao movimento de risco, encerrando aos 187.200 pontos, alta de 2,15%. O índice superou o recorde anterior de 186.500 pontos, registrado em janeiro de 2024. Bancos e commodities contribuíram para o desempenho.

Abólsa também contou com apoio externo, com recomendações de investidores na China que elevaram a confiança na economia global e atraíram fluxo para o mercado brasileiro. Analistas destacam a combinação de dados positivos com a perspectiva de juros mais baixos.

Desempenho externo e fatores de mercado

O ritmo de elevadaات externa favorece o real e o desempenho das ações, ao alinhavar expectativas de liquidez internacional. Traders seguem atentos a novos sinais sobre o Fed e ao ambiente macroeconômico global.

Olhar futuro e volatilidade esperada

Investidores aguardam próximos comunicados do Fed e dados adicionais dos EUA, que podem alterar hoje o cenário para câmbio e ações. A agenda internacional continua determinante para a trajetória brasileira.

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