Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

XP encerra 2025 com lucro líquido de R$ 5,2 bilhões

XP encerra 2025 com lucro líquido de R$ 5,2 bilhões e reorganiza bloco de controle, com novos integrantes com direito a voto

Fachada de espaço da XP na Faria Lima: crescimento dos lucros (Foto: Divulgação)
0:00
Carregando...
0:00
  • No quarto trimestre de 2025, a XP encerrou com faturamento bruto de R$ 5,3 bilhões e receita líquida de R$ 4,95 bilhões, mais lucro líquido ajustado de R$ 1,33 bilhão e margem EBT de 31,3%.
  • Em 2025, a XP soma receita bruta de R$ 19,5 bilhões e receita líquida de R$ 18,4 bilhões; o lucro líquido ajustado foi de R$ 5,2 bilhões e o EBT ajustado, R$ 5,5 bilhões.
  • A base de ativos totais de clientes fechou 2025 em R$ 2,08 trilhões, com captação líquida de varejo de R$ 20 bilhões e ativos sob custódia de R$ 1,5 trilhão em janeiro.
  • No varejo, a XP gerou R$ 3,86 bilhões de receita no 4T, com crescimento de 8% em 12 meses; cartões registraram volume de R$ 14,6 bilhões e prêmios de seguros de vida somaram R$ 502 milhões.
  • No atacado, a receita do trimestre foi de R$ 895 milhões, alta de 49% ano sobre ano, com carteira de crédito expandida em 27% para R$ 78 bilhões; mudanças no bloco de controle foram anunciadas para fortalecer governança.

A XP Inc. encerrou 2025 com crescimento de receita e melhoria de rentabilidade. No 4T25, a empresa registrou faturamento bruto de R$ 5,3 bilhões, ante R$ 4,7 bilhões no mesmo período de 2024. A receita líquida ficou em R$ 4,95 bilhões, aumento de 10% year over year.

O lucro líquido ajustado do trimestre foi de R$ 1,33 bilhão, alta de 10% comparado ao 4T24. O EBT ajustado subiu 20% para R$ 1,55 bilhão, com margem de 31,3%. A margem líquida ajustada ficou em 26,9%, e o ROE anualizado foi de 23,9%.

No consolidado de 2025, a XP teve receita bruta de R$ 19,5 bilhões, crescimento de 8% ante 2024. A receita líquida somou R$ 18,4 bilhões, também 8% menor. O lucro líquido ajustado encerrou o ano em R$ 5,2 bilhões, alta de 15%. O EBT ajustado atingiu R$ 5,5 bilhões, expansão de 10%.

A base de ativos totais de clientes chegou a R$ 2,08 trilhões ao fim de 2025, alta de 22% no ano. A XP informou captação líquida de R$ 20 bilhões no varejo e, em janeiro, atingiu R$ 1,5 trilhão em ativos sob custódia, refletindo expansão da base de clientes e captação da pessoa física.

Varejo e operações por segmento

O varejo gerou R$ 3,86 bilhões de receita no 4T25, alta de 8% na comparação anual. Fundos e renda fixa ganharam peso, com as novas verticais também contribuindo. O volume transacionado em cartões somou R$ 14,6 bilhões, e os prêmios de seguro de vida atingiram R$ 502 milhões, +25%.

A previdência teve ativos de R$ 95 bilhões no período, com expansão de 17%. Receitas de câmbio, investimentos globais e consórcio cresceram 21% no ano. O banco de atacado foi o principal motor de expansão no trimestre, com receita de R$ 895 milhões, alta de 49% frente a 2024.

A carteira de crédito expandida no atacado avançou 27%, chegando a R$ 78 bilhões. A atuação nesse segmento manteve posição relevante no mercado doméstico.

Perspectivas para 2026

Para 2026, a estratégia da XP foca no varejo, com ênfase em cross-sell e expansão das verticais. O banco de atacado deve manter relevância, dependendo do ritmo do mercado de capitais. A evolução da margem dependerá de disciplina de custos e do mix de produtos.

Mudanças no bloco de controle

A XP informou mudanças no bloco de controle. A reestruturação ocorreu na XP Control LLC, que detém o comando da empresa listada na Nasdaq. Thiago Maffra e José Berenguer passaram a ter participação com direito a voto na ControlCo, juntando-se a Guilherme Benchimol, Fabrício Cunha de Almeida e Guilherme Sant’Anna.

Bruno Constantino deixou de ser sócio votante; Bernardo Botelho e Gabriel Leal também perderam esse status. A ControlCo adquiriu as ações com direito a voto, com pagamento dividido entre caixa e ações da XP Inc. Botelho e Leal seguem como sócios não votantes, mantendo assento no Conselho.

Após as mudanças, a participação econômica da ControlCo na XP Inc., considerando a conversão de ações Classe B em Classe A, caiu para 18%, enquanto o poder de voto permanece concentrado. Benchimol continua como principal sócio da controladora.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais