- Casey Wasserman anunciou a venda da Wasserman Group, dizendo que se tornou uma distração para a empresa que fundou há 24 anos.
- A decisão veio após novas documentações do Departamento de Justiça mostrarem e-mails entre Wasserman e Ghislaine Maxwell, condenada por conspirar com Jeffrey Epstein.
- Em memorando aos funcionários, Wasserman pediu desculpas pelos seus “erros pessoais do passado” e afirmou que as interações com Epstein ficaram limitadas a uma viagem humanitária em 2002 e a alguns e-mails dos quais se arrepende.
- Os e-mails entre Wasserman e Maxwell continham conteúdo considerado inadequado, gerando repercussão pública e pressão para a saída do fundador.
- Nos últimos dias, artistas como Chappell Roan, Bethany Cosentino, Weyes Blood, Chelsea Cutler, Wednesday, Water From Your Eyes, Orville Peck e Beach Bunny encerraram vínculos com o Wasserman Group.
Casey Wasserman vende a agência Wasserman Group após polêmicas envolvendo Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell
A Wasserman Group anunciou a venda, após uma onda de desligamentos de artistas e parceiros que questionam a relação do fundador com Maxwell. O movimento ocorre em meio à divulgação de documentos do Departamento de Justiça sobre o caso Epstein. Wasserman afirmou ter se tornado uma distração para o negócio, que ele fundou há 24 anos.
Em nota interna, o executivo pediu desculpas pelos seus erros pessoais do passado e reconheceu o impacto sobre funcionários, clientes e parceiros. Ele descreveu as ações como situações dolorosas vividas pelas vítimas de Epstein e Maxwell e alegou ter mantido contatos limitados com Epstein, ao participar de uma viagem humanitária em 2002. Afirmou ainda que enviou apenas alguns e-mails de que se arrepende.
Reação e desfechos na indústria
Nos últimos dias, vários artistas romp eram vínculos com o Wasserman Group, entre eles Chappell Roan, Bethany Cosentino, Weyes Blood, Chelsea Cutler, Wednesday, Water From Your Eyes, Orville Peck e Beach Bunny. Leituras públicas indicaram que a decisão de Wasserman busca proteger equipes e clientes, preservando padrões éticos rígidos.
Fontes próximas à agência destacam que o caso envolve documentos com mensagens entre Wasserman e Maxwell que remontam a anos 2000. Maxwell foi condenada por conspirar com Epstein para abusar de menores entre 1994 e 2004. A decisão de venda é apresentada como passo para readequar a comunicação e as operações da agência.
Wasserman assinalou orgulho pelo que a empresa realizou e pela futura etapa do negócio. A agência emprega cerca de 4 mil pessoas e afirma manter o compromisso com representação de alto nível para seus clientes, segundo a declaração pública.
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