- Ibovespa caiu 1,14% nesta sexta-feira, a 188.835,64 pontos, mas fechou o mês com alta de 4,12%, em sétimo mês positivo seguido.
- O pregão teve volume financeiro de R$ 25,56 bilhões (pré-ajustes).
- O IPCA-15 de fevereiro subiu 0,84%, deixando a inflação em 4,10% nos 12 meses; o choque revisou as expectativas para o juro no curto prazo.
- O dólar encerrou em leve queda de 0,09%, a R$ 5,1344, com recuo de 2,17% no mês.
- O ambiente externo pesou: perdas em Wall Street e resultados corporativos influenciaram o humor dos mercados brasileiros.
O Ibovespa fechou em queda na sexta-feira, 27, mas manteve o sétimo resultado mensal positivo seguido, impulsionado pelo fluxo estrangeiro. As perdas em Wall Street e o IPCA-15 acima do esperado também contribuíram para a sessão de ajuste no fim do mês, com anúncios corporativos repercutindo no mercado.
O índice líder, a bolsa paulista, recuou 1,14% e fechou aos 188.835,64 pontos, com volumes de negociação em R$ 25,56 bilhões antes dos ajustes. Na semana, a queda foi de 0,89%, enquanto no mês o ganho total chegou a 4,12%.
O IPCA-15, prévia da inflação oficial, subiu 0,84% em fevereiro, frente a 0,20% de janeiro. Em 12 meses, até fevereiro, a inflação acumulada ficou em 4,10%, acima da previsão de 3,82%. O resultado elevou a percepção de teto de juros para o curto prazo.
Nos mercados de renda fixa, as taxas dos DIs subiram, diante da confirmação de inflação acima do esperado. Investidores reduziram levemente a aposta de cortes de 50 pontos-base na Selic em março, que hoje está em 15%.
Dólar segue pressionado, mas perto da estabilidade. O câmbio à vista fechou em queda de 0,09%, a R$ 5,1344. Na semana, o recuo foi de 0,81% e, no mês, de 2,17%. Em 2026, o dólar acumula queda de 6,46%.
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