- O Bitcoin caiu para quase US$ 63 mil após ataques entre EUA/Israel e Irã, e subiu cerca de US$ 5 mil em menos de 24 horas, atingindo aproximadamente US$ 67 mil a US$ 68 mil.
- Dados da liquidation mostram cerca de 157 mil traders atingidos, com perdas totais de cerca de US$ 657 milhões em futuras operações.
- O mercado acompanha se o conflito no Oriente Médio se agrava ou se estabiliza, o que pode influenciar o próximo movimento do Bitcoin.
- O preço permanece em torno de US$ 67,3 mil, com movimentos impulsionados pela notícia de alta volatilidade e reações de ativos de risco.
- Fevereiro fechou como o terceiro pior mês para o Bitcoin, com queda de quase 15%, e a tendência anual continua negativa, mantendo o foco do mercado em eventos geopolíticos e novas informações.
Bitcoin recuou com turbulência geopolítica no Oriente Médio, mas se recuperou em menos de 24h após ações militares entre EUA e Israel contra Irã e relatos não confirmados de morte do líder supremo Ayatollah Ali Khamenei.
O anúncio inicial envolveu o Irã e suas forças, com informações divergentes sobre o desfecho do ataque. Autoridades regionais mencionaram ataques a lideranças e infraestrutura militar.
Saturno específicos indicaram queda para quase 63 mil dólares. Em seguida, a recuperação ocorreu, com Bitcoin chegando a cerca de 68,2 mil dólares no domingo, conforme dados de mercado.
Ao longo do período, o mercado de derivativos registrou forte movimento. Dados indicam 157 mil liquidações em um dia, totalizando cerca de 657 milhões de dólares entre longs e shorts.
No momento da redação, a cotação fica em torno de 67,3 mil dólares, perto do nível anterior à escalada. Traders observam impactos das notícias para a volatilidade de curto prazo.
Desdobramentos regionais e volatilidade
A região viu respostas com retaliação e ataques relatados em várias cidades, além de interrupções em aeroportos que hospedam ativos de potências estrangeiras. O impacto geopolítico segue monitorado por mercados.
Perspectivas do curto prazo
Especialistas destacam que a trajetória de preços dependerá da evolução do conflito e de possíveis sinais de desescalada antes da reabertura dos mercados tradicionais.
Desempenho recente do mês
fevereiro fechou com a terceira pior queda histórica para o Bitcoin, com perda próxima de 15%. A tendência mensal mantém o tom de fragilidade para o ativo e o ano ainda registra baixa acumulada.
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