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Felicidade no trabalho gera lucro, aponta ciência

Aumento de afastamentos por transtornos mentais impulsiona adoção de métricas de bem-estar como indicador de desempenho e impacto financeiro

Menopausa impacta produtividade e reforça a importância de políticas inclusivas nas empresas
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  • Em 2025, 546.254 trabalhadores foram afastados por transtornos mentais no Brasil, alta de 15% em relação ao ano anterior, com ansiedade e depressão como principais diagnósticos.
  • A ausência de bem-estar impacta a rotina das empresas, refletindo em faltas, rotatividade e queda de desempenho quando fatores emocionais não são monitorados.
  • O estudo ROI do Bem-Estar 2025, feito pela Wellhub com mais de dois mil executivos de dez países, aponta que 70% dos CEOs veem o bem-estar como determinante para o desempenho financeiro; 65% dizem que a saúde tem peso semelhante ao salário.
  • A especialista Vanda Lohn diz que a felicidade organizacional passou a ser um indicador de desempenho, com métricas que incluem clima organizacional, equilíbrio entre vida pessoal e profissional e retorno sobre investimento humano.
  • A saúde mental ganha peso regulatório e social, e a relação entre bem-estar e resultado econômico coloca a felicidade no trabalho como tema permanente na gestão, alcançando conselhos de administração.

Em 2025, a felicidade no trabalho ganhou espaço estratégico nas empresas. Dados oficiais apontam que 546.254 trabalhadores foram afastados por transtornos mentais, aumento de 15% frente a 2024, segundo o Ministério da Previdência Social. Ansiedade e depressão lideram os diagnósticos.

A relação entre bem-estar e desempenho acompanha esse cenário. Pesquisas internacionais associam ambientes que cuidam da saúde emocional a melhores resultados financeiros, sinalizando mudanças de gestão e governança.

A partir dessas evidências, gestores passaram a medir clima organizacional e equilíbrio entre vida pessoal e profissional com o mesmo rigor de metas financeiras. Faltas, turnover e queda de desempenho passam a ser avaliados sob a ótica emocional.

Dados oficiais

Levantamento aponta que o custo humano e financeiro dos transtornos mentais cresce no Brasil, impactando produtividade. Empresas sentem pressão para monitorar fatores emocionais e ajustar políticas internas.

A pesquisa também reforça a necessidade de ações contínuas para reduzir o estresse no trabalho e evitar impactos fora do expediente. Medidas preventivas aparecem como parte da estratégia corporativa.

ROI do Bem-Estar 2025

O estudo conduzido pelo Wellhub com mais de 2 mil executivos de dez países, incluindo o Brasil, revela que 70% dos CEOs consideram o bem-estar determinante para o desempenho financeiro. Outros 65% relacionam saúde com valor equivalente ao salário.

Segundo a especialista Vanda Lohn, a felicidade organizacional está conectada a métricas financeiras. Ela afirma que a medição desse ativo se tornou uma decisão de gestão.

Felicidade no trabalho como indicador

Empresas incorporam métricas de clima, equilíbrio e saúde emocional aos relatórios internos. Os dados passam a ser tratados como indicadores comparáveis a metas financeiras.

Metodologias como a Felicidade Interna Bruta, adaptadas ao ambiente corporativo, transformam percepções em dados utilizáveis. O foco é alcançar propósito, cultura e relações saudáveis no trabalho.

Saúde mental e governança

A discussão ganhou peso regulatório e social, levando as empresas a revisar políticas diante do aumento de afastamentos. A relação entre vida pessoal e profissional é reconhecida como fator de produtividade.

Gestores passaram a considerar a saúde mental como parte da governança. A integração entre bem-estar e resultado econômico mantém o tema ativo na pauta de decisões.

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