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Huawei e Aggreko anunciam maior projeto de baterias na Amazônia

Huawei e Aggreko criam microrredes solares com baterias na Amazônia, maior projeto de armazenamento do Brasil, com 110 MWp e 120 MWh, reduzindo diesel em 37 milhões de litros/ano

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  • Huawei e Aggreko vão desenvolver na Amazônia o maior projeto de armazenamento de energia do Brasil, com usinas solares associadas a baterias em 24 localidades, totalizando 110 MWp de solar e 120 MWh de armazenamento.
  • O investimento previsto é de R$ 850 milhões, sendo R$ 510 milhões financiados por um fundo criado após a privatização da Eletrobras (Axia Energia); o restante será aportado pela Aggreko, que também comprará as baterias da Huawei.
  • As comunidades terão energia solar durante o dia, com baterias para manter a qualidade do fornecimento; as usinas termelétricas serão mantidas, porém com menor acionamento para garantir segurança energética.
  • As primeiras usinas devem entrar em operação entre 2027 e 2028, com implantação total prevista em até três anos.
  • A meta é reduzir o consumo de diesel em 37 milhões de litros por ano e as emissões de CO₂ em cerca de 104 mil toneladas por ano, contribuindo para a descarbonização da geração na região.

A Huawei e a Aggreko fecham parceria para instalar na Amazônia o maior projeto de armazenamento de energia do Brasil, com uso de baterias em microrredes associadas à energia solar. A iniciativa visa reduzir a geração termelétrica em comunidades isoladas, atendendo cidades pequenas e grandes como Tefé (AM).

O acordo envolve a implantação, a partir deste ano, de 24 localidades no Amazonas, totalizando 110 MWp de usinas solares e 120 MWh de capacidade de armazenamento. O projeto tem investimento de cerca de R$ 850 milhões, com R$ 510 milhões viados por um fundo ligado à Axia Energia, antiga Eletrobras privatizada.

A Aggreko opera hoje usinas em comunidades desconectadas da rede e pretende hibridizar operações locais com solar e baterias para reduzir o consumo de combustível fóssil. As térmicas permanecerão em funcionamento, porém com menor acionamento, para garantir segurança energética.

Descarbonização da Geração na Amazônia

As baterias permitirão manter a tensão e a frequência estáveis, além de armazenar energia gerada pela solar. A primeira entrada em operação das usinas está prevista para 2027, com implantação total em até três anos. A iniciativa deve reduzir o uso de diesel em 37 milhões de litros por ano.

Os benefícios incluem queda de 104 mil toneladas/ano de CO2 equivalente e redução da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), encargos pagos pelos consumidores para sustentar sistemas isolados. A proposta complementa programas federais como Luz Para Todos e Mais Luz para a Amazônia.

Comentários dos envolvidos

Baterias de maior porte, equivalentes a contêineres de 20 pés, deverão acompanhar residências, comércios e pequenas indústrias. A executiva da Huawei destacou que o projeto representa o maior BESS já utilizado pela empresa no Brasil, com potencial para alavancar a transição energética nacional.

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