- Ibovespa caiu aproximadamente quatro vírgula vinte e quatro por cento, aos 181.359,58 pontos, próximo das treze horas.
- O recuo reflete aversão ao risco em meio a tensões entre Estados Unidos e Irã e incertezas geopolíticas.
- Petrobras manteve a performance de ontem, com PETR3 avançando 0,83% e PETR4 subindo 0,15%.
- Axia Energia (AXIA3 e AXIA6) e Vale (VALE3) caíram mais de cinco por cento.
- Nos Estados Unidos, os principais índices de Wall Street também fecharam em queda: Dow Jones (-2,22%), S&P 500 (-2,06%) e Nasdaq (-2,12%).
O Ibovespa iniciou o pregão desta terça-feira com aversão ao risco global, em meio ao conflito no Oriente Médio. O movimento acontece no Brasil, onde investidores monitoram desdobramentos geopolíticos. A Bolsa reagiu mesmo com desempenho robusto de empresas brasileiras.
Até pouco antes das 13h, o índice caía em torno de 4,2%, situando-se em 181.359,58 pontos. O recuo evidencia a busca por ativos mais seguros diante da incerteza internacional. A leitura é de que o cenário mundial demanda cautela adicional.
Jucelia Lisboa, sócia e economista da Siegen Consultoria, aponta que não há efeito específico apenas no Brasil. A preocupação atual envolve o possível fechamento do Estreito de Ormuz, rota crucial para o petróleo mundial, responsável por cerca de 20% do abastecimento global.
Impacto nas composições
Axia Energia (AXIA3 e AXIA6) e Vale (VALE3) registraram quedas superiores a 5%. A Petrobras teve desempenho positivo, com PETR3 subindo 0,83% e PETR4 avançando 0,15%, contrastando com o movimento das demais empresas do Ibovespa.
Cenário internacional
Contribuem para o cenário de risco as bolsas de Wall Street, que também registraram recuos. O Dow Jones caiu 2,22%, aos 47.821,09 pontos, o S&P 500 caiu 2,06%, a 6.739,71 pontos, e o Nasdaq recuou 2,12%, para 22.265,45 pontos.
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