- Em fevereiro, a balança comercial teve superávit de US$ 4,2 bilhões, com exportações de US$ 26,3 bilhões e importações de US$ 22,1 bilhões; as exportações cresceram 28,5% pela média diária e as importações, 5,7%.
- O mês foi impulsionado pelo aumento nas exportações de petróleo, que elevou o total de fevereiro, mesmo com o recuo de preços em parte do mês anterior.
- Acumulado do ano: nos dois primeiros meses, o superávit atingiu US$ 8,02 bilhões, com exportações de US$ 50,92 bilhões (+13,9%) e importações de US$ 42,9 bilhões (queda de 0,2%).
- Destaques das exportações em fevereiro: óleos brutos de petróleo US$ 3,7 bilhões (+76,5%), soja US$ 2,93 bilhões (+15,5%), minério de ferro US$ 2,09 bilhões (+20,9%), carne bovina US$ 1,33 bilhão (+41,8%), café não torrado US$ 1,02 bilhão (-1,1%) e carnes de aves US$ 856 milhões (+9,8%).
- Relação com os EUA: exportações para os EUA caíram 20,3%, para US$ 2,52 bilhões, e as importações americanas recuaram 16,5%, para US$ 2,79 bilhões, resultando em déficit de US$ 265 milhões em fevereiro.
A balança comercial brasileira fechou fevereiro com superávit de US$ 4,2 bilhões, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O resultado ocorreu com exportações de US$ 26,3 bilhões e importações de US$ 22,1 bilhões, respectivamente.
O destaque do mês ficou por conta do aumento nas exportações de petróleo, impulsionado pelo valor exportado, mesmo com o recuo do preço. Em março, contudo, o preço do petróleo está em alta devido a fatores geopolíticos no Oriente Médio.
No acumulado do ano, o superávit chegou a US$ 8,02 bilhões, ante US$ 1,87 bilhão no mesmo período de 2025. Exportações somaram US$ 50,92 bilhões e importações, US$ 42,9 bilhões, pela média diária.
Entre os principais itens exportados, petróleo bruto atingiu US$ 3,7 bilhões, com alta de 76,5%. Soja somou US$ 2,93 bilhões, alta de 15,5%. Minério de ferro registrou US$ 2,09 bilhões, ↑20,9%.
Carne bovina alcançou US$ 1,33 bilhão, crescimento de 41,8%. Café não torrado ficou em US$ 1,02 bilhão, com queda de 1,1%. Carnes de aves e miudezas somaram US$ 856 milhões, alta de 9,8%.
A relação com os EUA foi marcada pelo recuo das exportações para US$ 2,52 bilhões em fevereiro, frente US$ 3,17 bilhões em fevereiro de 2025, queda de 20,3%. As importações dos EUA caíram 16,5%, para US$ 2,79 bilhões.
Assim, a balança com os EUA registrou déficit de US$ 265 milhões em fevereiro de 2026. O tariff policy norte-americano foi implementado gradualmente, com impactos variados ao longo do mês.
Exportações para outros blocos cresceram: China, US$ 7,22 bilhões (+38,7%); União Europeia, US$ 4,23 bilhões (+34,7%); Oriente Médio, US$ 1,23 bilhão (+10,8%). Mercosul caiu para US$ 1,56 bilhão (-19,5%).
No acumulado, o conjunto de resultados apontou uma recuperação parcial frente a fevereiro de 2025, quando a situação era menos favorável devido a tarifas e a condições de mercado.
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