- Fevereiro registrou exportações de carne de frango em 493,2 mil toneladas, alta de 5,3% ante fevereiro de 2024.
- A receita com as vendas externas alcançou US$ 945,4 milhões, avanço de 8,6% e recorde para fevereiro.
- No acumulado de janeiro a fevereiro, foram exportadas 952,3 mil toneladas, (+4,5%), com faturamento de US$ 1,819 bilhão (+7,2%).
- A China retomou o patamar de importação observado anteriormente, com 49,4 mil toneladas em fevereiro (queda de 0,4%): Emirados Árabes Unidos (44 mil), Japão (38,2 mil), Arábia Saudita (33,8 mil) e União Europeia (30,1 mil) entre os principais compradores.
- O setor enfrenta desafios logísticos devido à guerra no Golfo Pérsico, com exportadores buscando alternativas para manter o fluxo de embarques.
As exportações brasileiras de carne de frango atingiram 493,2 mil toneladas em fevereiro, alta de 5,3% ante o mesmo mês de 2025. A receita ficou em US$ 945,4 milhões, avanço de 8,6% na comparação anual e marco recorde para fevereiro. No acumulado de janeiro e fevereiro, as exportações somaram 952,3 mil toneladas, com faturamento de US$ 1,819 bilhão, alta de 7,2%.
A China retomou o patamar de importação observado antes, contribuindo para o crescimento dos embarques, segundo a ABPA. O desempenho também refletiu a recuperação das exportações para a União Europeia, com demanda mais firme nos principais destinos. O setor sinaliza que os impactos associados à gripe aviária, observados no ano passado, já não influenciam mais as negociações como antes.
Destaques por destino
Em fevereiro, a China enviou 49,4 mil toneladas, queda de 0,4% ante 2025. Emirados Árabes Unidos somaram 44 mil toneladas (+13,4%), Japão 38,2 mil toneladas (+38%), Arábia Saudita 33,8 mil toneladas (+7,3%) e África do Sul 31,3 mil toneladas (+27,6%). A União Europeia ficou em 30,1 mil toneladas (+46,3%), Filipinas 30 mil toneladas (+29,2%), Coreia do Sul 18,5 mil toneladas (+2,4%), México 15,8 mil toneladas (-24,3%) e Cingapura 15,4 mil toneladas (+20,1%).
Santin aponta que o setor enfrenta desafios logísticos decorrentes da guerra no Golfo Pérsico, que eleva custos e complexidade de transporte. Exportadores estão buscando alternativas para manter o fluxo para destinos afetados pelo conflito, mantendo o ritmo de embarques e o aproveitamento de capacidades de exportação.
Entre na conversa da comunidade