- O escritório Barci de Moraes Society de Advogados prestou consultoria ao Banco Master entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, com 94 reuniões de trabalho e 36 pareceres jurídicos.
- A equipe contou com 15 advogados, apoio de 3 escritórios terceirizados, sob coordenação de Viviane Barci de Moraes; 79 reuniões foram presenciais na sede do banco e 13 com a presidência (2 presenciais e 11 por videoconferência).
- Entre os temas, houve elaboração de opiniões legais sobre previdência, trabalhista, contratual, regulatório, compliance, proteção de dados e crédito, além de ações de governança e conformidade.
- O escritório afirma que nunca atuou perante o STF em causas do Banco Master.
- Dados divulgados por Malu Gaspar apontam honorários de R$ 3.646.529,77 por mês, por 36 meses, totalizando R$ 131.275.071,72; Viviane Barci e o Banco Master não contestaram as informações.
O escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados divulgou nesta segunda-feira uma nota sobre serviços prestados ao Banco Master entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025. O documento detalha 94 reuniões, 36 pareceres e afirma que a atuação não ocorreu perante o STF.
A equipe contou com 15 advogados, reforçada por 3 escritórios terceirizados, sob coordenação de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Quase todas as reuniões ocorreram na sede do banco.
Foram 79 encontros presenciais, com média de 3 horas, e 13 com a presidência, em videoconferência ou presencial. Também houve 2 reuniões entre o jurídico do Master e o Barci de Moraes, por videoconferência.
Natureza dos serviços e temas cobertos
Entre os pareceres, houve temas como previdenciário, trabalhista, contratual, regulatório, compliance, proteção de dados e crédito. A atuação incluiu governança, código de ética e políticas de relacionamento com o poder público.
O contrato, assinado em abril de 2025, coincidiu com a aquisição do banco pelo BRB e encerrou em novembro de 2025. Dados anteriores foram publicada pela imprensa, com valores mencionados.
A nota reforça que parte dos documentos envolvia análises estratégicas de investigações sobre o banco e seus dirigentes, além de apoiar ações administrativas e penais. Não houve atuação no STF, segundo o escritório.
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