- Josh D’Amaro assume oficialmente como presidente-executivo da Disney na reunião anual de acionistas desta quarta-feira (18), assumindo o comando da empresa em meio a mudanças profundas.
- Os parques temáticos da Disney representam 57% do lucro de US$ 17,5 bilhões (R$ 91,1 bilhões) do ano anterior, impulsionando sua ascensão ao cargo máximo.
- Investidores aguardam a apresentação de estratégia para guiar a empresa na era da inteligência artificial e enfrentar interrupções no turismo causadas pelo conflito no Oriente Médio e pelo aumento dos preços do petróleo.
- Desafios incluem um setor televisivo em declínio, cansaço do público com marcas como Marvel e Star Wars e competição com plataformas como YouTube e TikTok pela atenção.
- A diretoria manteve D’Amaro ao lado da veterana executiva Dana Walden, promovida a presidente e diretora de conteúdo; analista ressalta a necessidade de uma parceria sólida entre eles.
Josh D’Amaro assume oficialmente a presidência executiva da Disney, na reunião anual de acionistas realizada nesta quarta-feira (18). O novo CEO chega ao topo da empresa em meio a um cenário de rápidas mudanças no setor de entretenimento e tecnologia.
A gestão dos parques temáticos, que responde por 57% do lucro da empresa, sobre US$ 17,5 bilhões no último ano, foi determinante para a nomeação de D’Amaro. A divisão tem impulsionado a valorização do executivo diante de desafios de mercado.
Investidores aguardam a apresentação da estratégia de D’Amaro para a era da inteligência artificial e para mitigar impactos de tensões geopolíticas que afetam o turismo e os custos com energia. O objetivo é manter a Disney competitiva frente a plataformas digitais.
Nova liderança e desafios
D’Amaro assume o cargo ao lado de Dana Walden, promovida a presidente e diretora de conteúdo. A parceria entre ambos é vista como crucial para reforçar a criatividade aliada à operação, segundo analistas.
A diretoria promoveu a combinação de experiência estratégica com know-how criativo, buscando estabilizar áreas como televisão em meio a mudanças no consumo de conteúdo. O histórico de Walden é apontado como um elemento de suporte às iniciativas de D’Amaro.
Analistas destacam que a relação entre os dois executivos precisa se consolidar para orientar a Disney por um período de transição. A expectativa é de que as decisões foquem na eficiência operacional e na renovação de portfólio de marcas.
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