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Governo dá 48 horas a distribuidoras para explicar alta de combustíveis

Senacon dá 48 horas para Vibra, Ipiranga e Raízen explicarem custos e aumentos suspeitos, com fiscalização ampliada após indícios de abusividade nos preços dos combustíveis

Carro sendo abastecido em um posto de gasolina | Divulgação/Marcelo Camargo/Agência Brasil
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  • Senacon deu prazo de 48 horas para que as distribuidoras Vibra, Ipiranga e Raízen expliquem custos e possíveis aumentos sem justa causa nos combustíveis.
  • A medida faz parte de uma ofensiva para apurar práticas abusivas no setor, após indícios de elevação de preços sem causa prevista.
  • No Distrito Federal, as autuações foram contra Nexta Distribuidora Ltda, Ciapetro Distribuidora de Combustíveis Ltda e TDC Distribuidora de Combustíveis S/A; Masut já havia sido autuada anteriormente.
  • O Sistema Nacional de Defesa do Consumidor já alcançou 145 postos e 17 distribuidoras em 12 estados e 63 municípios desde 16 de março; desde 9 de março, são 1.196 postos, 52 distribuidoras e uma refinaria.
  • As fiscalizações aumentaram após o início da guerra no Oriente Médio, que impacta o mercado global de petróleo; se confirmadas, as empresas podem ser punidas com multas e outras sanções administrativas.

O governo mandou as distribuidoras Vibra, Ipiranga e Raízen esclarecerem, em 48 horas, custos e possíveis aumentos sem justificativa nos preços dos combustíveis. A ação parte da Senacon, vinculada ao Ministério da Justiça, em contexto de monitoramento de abusos.

Nessa quinta-feira (19), fiscalizações ocorreram em vários estados. A ANP autuou empresas por suspeitas de irregularidades. No Distrito Federal, Nexta Distribuidora, Ciapetro Distribuidora de Combustíveis e TDC Distribuidora de Combustíveis S/A foram autuadas por indícios de abusividade de preços; Masut já havia recebido autuação no dia anterior.

As operações do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, que reúne Procons e Senacon, atingiram 145 postos e 17 distribuidoras em 12 estados e 63 municípios desde 16 de março. Ao todo, 1.196 postos, 52 distribuidoras e uma refinaria foram envolvidas desde 9 de março.

Fiscalização e impactos

Caso haja confirmação de práticas abusivas, as empresas podem responder com base na legislação de defesa do consumidor. Punições previstas incluem multas e outras sanções administrativas.

Contexto do mercado

A intensificação das fiscalizações ocorre em meio à valorização global do petróleo após o início de conflitos no Oriente Médio, que afetam custos de combustível e decisões de preço no Brasil.

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