- O Bitcoin caiu para US$ 68 mil, com queda de cerca de 0,8% nesta manhã; cotação em reais fica em aproximadamente R$ 364.333.
- Altcoins recuam; Ethereum cai cerca de 2%, XRP cai 2,2% e Solana recua 1,8%.
- O ouro acumula a nona queda diária consecutiva, recuando em torno de 7% para US$ 4.237; a prata cai quase 9%.
- O petróleo sobe, aproximando-se de US$ 100; as ações globais recuam, com bolsas da Ásia fechando com perdas acima de 3% e futuros dos índices dos EUA caindo cerca de 1%.
- Em 30 dias, S&P 500 e Nasdaq registram quedas entre 4% e 5%; o Bitcoin perde cerca de 0,5%, menor que as ações, conforme avaliação de operadores e dados de desalavancagem e participação institucional.
O Bitcoin abriu a semana em queda, recuando para a casa dos US$ 68 mil durante o fim de semana. A فشار de risco aumentou com o agravamento do tom entre EUA e Irã, após o presidente americano, Donald Trump, impor um ultimato de 48 horas para a reabertura do estreito de Hormuz. Enquanto isso, ações globais recuam e o petróleo volta a subir.
Na manhã desta segunda, o Bitcoin operava em baixa de 0,8%, cotado a US$ 68.255. Em reais, o BTC ficava em torno de R$ 364.333, segundo dados do Portal do Bitcoin. As altcoins cediam mais, com Ethereum caindo 2%, XRP recuando 2,2% e Solana com queda de 1,8%.
No mercado tradicional, o ouro fechou o nono pregão seguido em queda, próximo de US$ 4.237 a onça, queda de cerca de 7%. A prata caiu 8,8%. O petróleo voltou a subir, aproximando-se de US$ 100 por barril. As bolsas asiáticas registraram perdas superiores a 3%, e os futuros voltaram a recuar nos EUA, em torno de 1%.
Os índices norte-americanos mostram fraqueza em 30 dias, com S&P 500 e Nasdaq recuando entre 4% e 5%. O Bitcoin, porém, teve uma queda mensal menor, de aproximadamente 0,5%, sustentada pela desalavancagem anterior no mercado cripto e pela participação institucional contínua, segundo analistas.
Segundo analistas, o desempenho recente do Bitcoin tem sido mais resiliente que o de ativos tradicionais, em meio a condições macroeconômicas voláteis. A percepção de que o petróleo atua como canal de transmissão da inflação global também influencia fluxos para criptoativos e ETFs de Bitcoin nos EUA.
Tomada de fôlego dos compradores é citada como sinal de que o mercado de criptomoedas pode ter atingido um patamar de pessimismo. Ainda assim, reforça-se que uma participação institucional mais firme é necessária para sustentar uma recuperação mais duradoura, conforme avaliações de especialistas.
Especialistas apontam que, apesar do ambiente desafiador, o mercado de criptomoedas parece estar em uma fase de consolidação. Há indicações de acumulação institucional, com o Bitcoin permanecendo próximo do piso recente de preço e enfrentando resistência perto das máximas, sinal de atividade de compradores mesmo diante da instabilidade macroeconômica.
Analistas citam dados de bancos de investimento, que sinalizam redução da pressão de distribuição entre detentores de longo prazo. O próximo movimento do Bitcoin pode depender de dados macro da próxima semana, incluindo PMI e oscilações nos preços do petróleo, que moldam expectativas de inflação e juros.
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