- Dólar à vista abriu em queda nesta segunda-feira, 23, caindo 1,14% e chegando a R$ 5,2532, com o petróleo em recuo no exterior.
- Na sexta-feira, o dólar fechou em alta de 1,84%, aos R$ 5,3125, em meio aos receios sobre os impactos da guerra no Oriente Médio.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ter instruído adiar ataques contra usinas de energia do Irã por cinco dias e citou negociações “produtivas” com o país; Teerã negou comunicações diretas.
- O petróleo chegou a cair mais de 13% durante a sessão, mas a queda desacelerou, ficando próximo de perdas de cerca de 6%.
- O Banco Central realiza, às 10h30, leilão de linha de US$ 2 bilhões para rolagem do vencimento; às 11h30, leilão de 60.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento.
O dólar abriu em queda diante do real nesta segunda-feira, após Trump adiar ataques contra usinas de energia do Irã e dizer que houve negociações produtivas. Teerã não confirmou qualquer canal de comunicação, complicando o quadro diplomático.
Às 9h46, o dólar à vista caía 1,14%, sendo cotado a R$ 5,2532. O movimento ocorre em meio a petróleo mais fraco no exterior, ainda que longe das mínimas do dia.
Na sexta-feira, o dólar fechou em alta de 1,84%, a R$ 5,3125, pressionado pela incerteza sobre os impactos econômicos da guerra no Oriente Médio.
Nesta manhã, o mercado acompanha a narrativa de diferenciação entre as partes: Trump afirma avanços, enquanto a agência Fars cita ausência de negociações diretas com os EUA. O desencontro alimenta cautela.
O petróleo teve queda expressiva, com o Brent já recuando mais de 6% após abrir em baixa, o que influencia o câmbio e o humor dos investidores.
Às 10h30, o Banco Central realiza leilão de linha de US$ 2 bilhões para rolagem de vencimento. Às 11h30, há leilão de 60.000 contratos de swap cambial tradicional para a mesma finalidade.
As informações oficiais sobre os leilões e movimentos cambiais são acompanhadas por fontes do mercado, com dados da Reuters.
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