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Secretário afirma necessidade de tratar trajetória da dívida pública

Secretário-executivo dos Transportes diz que trajetória da dívida pública deve ganhar consistência para ampliar investimentos em infraestrutura, diante de problema fiscal histórico

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  • O secretário-executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro, afirmou que tratar a trajetória da dívida pública é essencial para ampliar investimentos em infraestrutura.
  • Santoro participou da terceira edição do evento Eloos, promovido pela Itatiaia em parceria com a CNN Brasil, em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (23).
  • Ele disse que a trajetória fiscal de endividamento deve ter consistência para, a longo prazo, reduzir as taxas de juros.
  • Segundo o secretário, a questão fiscal é um problema histórico que se arrasta ao longo dos anos.
  • Ele citou a dificuldade de cortar e realocar recursos do orçamento público por causa de amarras legais.

O secretário-executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro, afirmou que o Brasil precisa tratar a trajetória da dívida pública como forma de ampliar investimentos em infraestrutura. A declaração ocorreu durante a terceira edição do Eloos, promovido pela Itatiaia em parceria com a CNN Brasil, em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (23).

Santoro destacou que a trajetória fiscal de endividamento deve ganhar consistência para permitir que, a longo prazo, o país reduza as taxas de juros. Segundo ele, a redução de juros não ocorre por decisão administrativa, e sim por políticas públicas estáveis.

O número dois dos Transportes também observou que a questão fiscal é histórica e vem sendo herdada ao longo dos anos, o que dificulta ações de corte e realocação de recursos do orçamento por conta de amarras legais.

Contexto fiscal e desafios

Ele ressaltou que entraves legais dificultam o redirecionamento de verbas públicas, o que impacta planos de infraestrutura. A fala ocorreu durante o debate sobre como tornar as contas públicas mais fáceis de gerenciar para estimular investimentos.

Santoro reforçou a importância de medidas estruturais para melhorar a confiabilidade fiscal, com impactos diretos na capacidade de financiar obras, estradas e ferrovias. O objetivo é criar um ambiente mais previsível para investidores.

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