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Dólar sobe a R$ 5,25 com tensão no Irã e ata do Copom

Dólar sobe para R$ 5,25 ante tensões no Irã; ata do Copom aponta manter juros elevados por mais tempo

O dólar encerrou o dia em alta de 0,25%
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  • O dólar comercial fechou em alta de 0,25%, cotado a R$ 5,253, nesta terça-feira (24.mar.2026).
  • O Ibovespa subiu 0,32%, aos 182.509,14 pontos.
  • O dólar acompanhou o movimento do DXY, que subiu 0,27% às 17h20.
  • O petróleo voltou a perto de US$ 100 o barril com o Brent em US$ 98,80, alta de 3%.
  • A Petrobras teve alta de 2,69%, encerrando em R$ 47,27, com o resultado contribuindo para a valorização do Ibovespa; a ata do Copom manteve o tom de cautela sobre cortes da Selic e indicou ficar em patamar elevado por mais tempo.
  • Os índices dos EUA fecharam em queda (Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq).

O dólar comercial fechou em alta de 0,25% nesta terça-feira, 24 de março de 2026, cotado a R$ 5,253. O Ibovespa encerrou em alta de 0,32%, aos 182.509,14 pontos. O movimento acompanha a fraqueza do real frente a outras moedas e o fortalecimento do dólar no exterior.

O dólar acompanhou o avanço da moeda norte-americana frente a uma cesta de divisas, com o índice DXY subindo 0,27% às 17h20. No cenário global, o mercado acompanha a escalada de tensões no Oriente Médio e o impacto trimestral de dados econômicos.

Cenário internacional e petróleo

O conflito entre Irã e Estados Unidos sustenta a alta nos preços do petróleo, que voltou a chegar próximo de US$ 100 o barril. O Brent subia cerca de 3% e operava perto de US$ 98,80 às 17h10, pressionando posições de bancos e empresas ligadas ao setor.

A alta do petróleo favoreceu a Petrobras, cujas ações avançaram 2,69%, fechando a US$ 47,27, com contribuição relevante ao Ibovespa.

Política monetária e cenário doméstico

No Brasil, a ata do Copom elevou as expectativas de manutenção de juros em patamar elevado por mais tempo, sem sinalizar a magnitude de novos ajustes. O BC indicou que continuará atento aos dados antes de qualquer mudança na Selic.

O banco central reiterou que não descarta a continuidade do ciclo de cortes, mas enfatizou a dependência de dados econômicos para a tomada de decisão. Em conjunto, o movimento contribuiu para a elevação da percepção de risco cambial e pressionou o dólar.

Destaques em Wall Street

No mercado externo, os principais índices de ações dos EUA encerraram o dia em queda: Dow Jones, -0,18%, a 46.123,72 pontos; S&P 500, -0,33%, a 6.559,62 pontos; Nasdaq, -0,84%, a 21.761,89 pontos.

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