- O contrato futuro do ouro fechou em queda nesta terça-feira (24), ampliando perdas após recuo de quase 4% na sessão anterior, enquanto investidores acompanham o conflito no Oriente Médio.
- Na Comex, o ouro para abril caiu 0,12%, para US$ 4.402,00 por onça-troy; a prata para maio avançou 0,31%, para US$ 69,569 por onça-troy.
- O Irã lançou novas séries de mísseis contra Israel e países do Golfo Pérsico, um dia após o presidente dos EUA mencionar diálogo que pode encerrar as tensões.
- O mercado também acompanha a atuação de bancos centrais na compra de ouro e as sinalizações sobre a trajetória de juros globais.
- A Turquia estuda defender a lira diante da volatilidade, com possível uso de suas reservas de ouro, segundo fontes da Bloomberg.
O ouro fechou em queda nesta terça-feira (24), com o contrato futuro recuando após a sessão anterior, em meio a tensões no Oriente Médio e a busca por sinais sobre a normalização da política monetária global. O ouro de abril na Comex caiu, enquanto o metal acompanha movimentos de bancos centrais.
Investidores monitoram desdobramentos do conflito entre Israel e Irã, além da possibilidade de encerramento do diálogo entre EUA e Irã para reduzir hostilidades. A incerteza geopolítica sustenta a volatilidade nos mercados de commodities.
Paralelamente, bancos centrais e compradores oficiais seguem avaliando a trajetória de juros. A demanda por ouro como proteção permanece como fator de suporte em algumas frentes, mesmo com pressões de curto prazo.
Na Comex, o ouro para abril fechou em queda de 0,12%, cotado a US$ 4.402,00 por onça-troy. A prata para maio subiu 0,31%, a US$ 69,569 por onça-troy.
Fontes da imprensa econômica indicaram que o Irã lançou novas séries de mísseis contra Israel e países do Golfo, em um dia marcado por declarações de Trump sobre continuidade de negociações. A veracidade dessas negociações ainda é tema de análise.
Especialistas destacam que o cenário de incerteza geopolítica gera impactos macroeconômicos amplos, levando investidores a reavaliar inflação, juros, crescimento e liquidez. O ouro é visto como ativo líquido com viés de proteção em alguns cenários.
Segundo o Conselho Mundial do Ouro, o papel do metal precioso como hedge pode incentivar bancos centrais ausentes do mercado a recomprar ouro neste ano, diante da volatilidade. O foco permanece nos próximos passos dos bancos centrais globais.
Ainda de acordo com informações da Dow Jones Newswires, o banco central da Turquia estuda ferramentas para defender a lira, incluindo uso de reservas de ouro, em resposta aos impactos da guerra regional.
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