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62% veem guerra no Irã como causa da alta dos combustíveis, diz PoderData

Guerra no Irã é apontada por 62% como principal motor da alta de combustíveis, aponta pesquisa PoderData

Posto de gasolina
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  • 62% dos eleitores descrevem a guerra no Irã como o principal motivo da alta dos combustíveis.
  • 26% culpam o governo federal e o presidente Lula; 8% apontam os postos de gasolina; 4% não souberam responder.
  • O conflito começou em 28 de fevereiro de 2026, com ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, que levou ao fechamento do estreito de Ormuz e à alta do petróleo.
  • Lula anunciou medidas emergenciais, como zerar impostos federais sobre combustíveis, subsídio ao diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; custo estimado em 30 bilhões de reais até o fim de 2026.
  • A pesquisa ouviu 2.500 pessoas entre 21 e 23 de março, com margem de erro de dois pontos percentuais e confiança de 95%.

A maioria dos eleitores brasileiros, 62%, vê a guerra no Irã como principal fator da alta recente nos combustíveis. Outros 26% culpam o governo federal, incluindo o presidente Lula. Até 8% apontam os postos de gasolina, e 4% não souberam responder.

Segundo a pesquisa, o conflito no Oriente Médio teve início em 28 de fevereiro de 2026, quando EUA e Israel atacaram o Irã. A ofensiva é citada como responsável pela morte do aiatolá Ali Khamenei e pela suspensão do programa nuclear iraniano. O Irã teria fechado o estreito de Ormuz, impactando o abastecimento mundial de petróleo.

A consequência direta, segundo os levantamentos, foi a escalada de preços internacionais, repercutindo no Brasil. Em resposta, o governo anunciou medidas emergenciais para mitigar os impactos da crise, incluindo ações fiscais e subsídios.

Metodologia

Foram entrevistadas 2.500 pessoas entre 21 e 23 de março, por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com confiança de 95%. Os dados são do PoderData.

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