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Espaçolaser amplia atuação além da depilação

Espaçolaser avalia parcerias em wellness para ampliar atuação sem novas lojas, aproveitando base fiel de clientes em shoppings

Loja da Espaçolaser em São Paulo | Movimento representa a principal alavanca de crescimento ainda não executada da rede de depilação a laser.
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  • Espaçolaser, com 810 unidades no Brasil, busca crescer sem abrir novas lojas por meio de parcerias com marcas dos setores wellness, estética e beleza.
  • A estratégia foi confirmada pela CEO Magali Leite em entrevista à Bloomberg Línea.
  • A ideia é aproveitar espaços existentes e a base de clientes fiel, concentrada em shoppings de médio e alto padrão.
  • O objetivo é levar esses clientes a novos serviços sem expansão física, combinando marcas dentro do espectro saúde/beleza/wellness.
  • Essa iniciativa é apresentada como a principal alavanca de crescimento ainda não explorada pela rede de depilação a laser.

A Espaçolaser planeja crescer sem abrir novas lojas, expandindo por meio de parcerias com outras marcas nos segmentos de wellness, estética e beleza. A companhia possui 810 unidades no Brasil e revelou a estratégia em entrevista à Bloomberg Línea. A medida mira aproveitar espaços já existentes e a base de clientes atual.

A CEO Magali Leite confirmou a intenção de buscar parcerias estratégicas dentro do espectro saúde, estética, beleza e bem-estar. A ideia é combinar serviços com marcas parceiras para ampliar o portfólio sem ampliar a rede de lojas.

A estratégia se apoia na manutenção da base de clientes fiel, com alto retorno, concentrada em shoppings de médio e alto padrão. A Espaçolaser busca levar esses consumidores a novos serviços sem exigir novas unidades físicas.

Mercados globais em movimento

Amanhã, ações globais registraram queda após o Irã rejeitar cessar-fogo proposto pelos Estados Unidos. O petróleo WTI subiu mais de 3% diante da notícia.

A Dolce & Gabbana iniciou negociações com credores para flexibilizar dívidas, estimadas em cerca de € 450 milhões, com Rothschild como assessora financeira. A empresa busca manter operação diante da queda da demanda global por luxo.

Autoridades da Casa Branca discutem cenários extremos para o petróleo, incluindo possível valor de US$ 200 por barril, negados publicamente pelo governo. A alta recente já impacta a inflação, segundo analistas.

O ex-CEO do Goldman Sachs, Lloyd Blankfein, alertou para riscos de ajuste de mercado devido ao acúmulo de ativos privados não vendidos nos balanços. Segundo ele, longos períodos sem crise elevam esse risco.

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