- Secretário da Fazenda sinalizou que o estado não vai aderir à proposta federal de subvenção na importação de diesel.
- A medida será levada à deliberação dos governadores, com o governador de São Paulo avaliando a participação dos demais estados.
- Kinoshita afirmou que há incerteza na proposta e que é preciso manter o funcionamento das políticas públicas.
- No encontro do Comitê Nacional de Secretários da Fazenda (Comfaz), houve avanço na compreensão sobre a reforma tributária e as propostas federais.
- Alguns secretários já se manifestaram favoráveis; outros ainda vão se posicionar, mas o diálogo reduziu visões negativas.
O governo de São Paulo sinalizou nesta sexta-feira, 27, que não deve aderir à proposta do governo federal de subvenção na importação de diesel, criada para conter a alta do combustível causada pela guerra no Oriente Médio. A decisão envolve avaliar impactos e limites de políticas públicas já em vigor.
O secretário da Fazenda paulista, Samuel Kinoshita, ressaltou a incerteza da proposta e questionou a necessidade de um compromisso sem clareza. Ele afirmou que o estado prioriza manter o funcionamento adequado das políticas públicas.
Kinoshita informou que a medida será levada à deliberação dos governadores e que o debate com o Ministério da Fazenda ajudou a esclarecer pontos relevantes. Enquanto isso, o grupo segue avaliando impactos possíveis.
Durante a reunião do Comfaz, houve ganho informacional significativo e esclarecimento de dúvidas entre secretários estaduais da Fazenda. A reunião também contribuiu para reduzir visões negativas e ampliar compreensão sobre as propostas.
Alguns secretários já se manifestaram favoráveis ao ajuste, enquanto outros ainda devem se posicionar. O diálogo promovido, segundo o secretário, avançou o entendimento sobre os impactos da reforma tributária.
Avanços no debate e próximos passos
Não houve apresentação de uma nova proposta formal, mas foram discutidas lacunas de comunicação e celeridade do processo. O governo de SP continua monitorando impactos fiscais e operacionais.
A decisão final sobre adesão ou não dependerá da avaliação conjunta entre governadores, com base nas mensagens recebidas na recente rodada de encontros do Comfaz e nas deliberações futuras do Ministério da Fazenda.
Entre na conversa da comunidade