- O petróleo segue em alta, com o Brent em US$ 109,79 o barril, após riscos no Oriente Médio manterem o mercado atento.
- O IBGE deve divulgar o desemprego de fevereiro, com expectativa de 5,7% ante 5,4% em janeiro; o Copom aponta o desemprego como fator de atenção na política monetária.
- No Brasil, o saldo em transações correntes de fevereiro é visto em –US$ 5,40 bilhões; o investimento estrangeiro direto (feb) atinge US$ 7,60 bilhões, segundo estimativas.
- O conflito no Oriente Médio permanece incerto, contribuindo para a volatilidade nos preços do petróleo.
- A China abriu duas investigações sobre as práticas comerciais dos EUA, em retaliação a medidas norte-americanas, em meio a tensões entre as duas potências.
O pregão desta sexta-feira encerra a semana com atenção voltada para indicadores econômicos no Brasil, em meio a sinais de volatilidade no cenário global. O petróleo segue em alta, enquanto o conflito no Oriente Médio permanece sem definição clara.
No front brasileiro, o IBGE deve divulgar o desemprego de fevereiro. A mediana das projeções aponta 5,7%, ante 5,4% em janeiro. O Copom já tratou o desemprego como ponto de atenção na política monetária, destacando que rendimentos reais acompanham a produtividade.
Na cena internacional, o Brent opera em torno de US$ 109,79 por barril, com alta de quase 2%. O mercado acompanha a escalada de tensões entre Estados Unidos e Irã, e a percepção de novos riscos para a oferta global de petróleo.
Perspectivas do mercado e comunicações oficiais
A sexta-feira também traz a retomada de disputas comerciais entre China e EUA. Pequim iniciou duas investigações sobre práticas comerciais americanas, como retaliação a medidas de Washington na Seção 301. O movimento ocorre antes da cúpula presidencial de maio.
Essa combinação de alta no petróleo e incerteza geopolítica contribui para quedas nos contratos futuros dos principais índices dos EUA no pré-mercado, conforme operadores ajustam posições.
Indicadores econômicos esperados no Brasil
Desempenho do desemprego em fevereiro é o dado central para hoje, com previsão de 5,7%. O número anterior ficou em 5,4%. No relatório de contas, o mercado observa o saldo em transações correntes, estimado em –US$ 5,40 bilhões, frente a –US$ 8,36 bilhões no último mês.
O fluxo de investimentos diretos no Brasil em fevereiro é projetado em US$ 7,60 bilhões, ante US$ 8,17 bilhões antes. Não há divulgação de indicadores relevantes nos EUA neste momento.
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