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Tether contrata KPMG para auditoria do USDT e busca PwC para expansão nos EUA

Tether contrata KPMG para auditoria completa da USDT e PwC para fortalecer controles internos, em meio à expansão nos EUA

Moeda de Tether apoiada sobre outras deitadas
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  • Tether contratou a KPMG para conduzir a primeira auditoria completa das demonstrações financeiras da USDT, e a PwC foi contratada para preparar seus sistemas internos.
  • A USDT tem entre US$ 184 bilhões e US$ 185 bilhões em circulação, tornando a Tether a maior emissora de stablecoins e uma peça central da liquidez do mercado cripto.
  • Até agora, as attestations mensais eram publicadas pela BDO Italia; a auditoria completa envolve revisão de ativos, passivos, controles internos e sistemas de reporte.
  • A decisão ocorre durante a expansão nos Estados Unidos, com criação da USAT para operar sob o regime regulatório criado pela Lei Genius de 2025.
  • Houve negociação de captação entre US$ 15 bilhões e US$ 20 bilhões com avaliação de até US$ 500 bilhões, depois ajustada para próximo de US$ 5 bilhões, destacando a importância da transparência para o crescimento.

A Tether contratou a KPMG para conduzir a primeira auditoria completa de suas demonstrações financeiras relacionadas à USDT, maior stablecoin do mercado. A PwC foi contratada para revisar os sistemas internos no preparativo do processo. O anúncio sinaliza um avanço em direção a padrões mais rigorosos de verificação.

A autoridade de auditoria busca ir além das attestations mensais divulgadas pela BDO Italia, abrindo caminho para revisão de ativos, passivos, controles internos e sistemas de reporte. A operação consolida a meta de elevar a transparência da empresa perante o mercado.

A USDT circula com cerca de US$ 184 bilhões a US$ 185 bilhões, segundo estimativas recentes, posicionando a Tether como referência de liquidez no ecossistema cripto. A auditoria completa pode influenciar a aceitação institucional da stablecoin.

Contexto regulatório e expansão

O momento coincide com planos da Tether de ampliar atuação nos Estados Unidos, alinhando-se ao novo regime regulatório criado pela Lei Genius de 2025, que estabelece marcos para stablecoins no país. Em paralelo, a empresa lançou a USAT, uma stablecoin focada no mercado americano.

A auditoria também está vinculada aos planos de captação. O Financial Times informou que a empresa avaliou uma rodada entre US$ 15 bilhões e US$ 20 bilhões, com avaliação próxima a US$ 500 bilhões, mas a demanda de investidores recuou diante de riscos regulatórios. Posteriormente, o montante em discussão diminuiu significativamente.

Perspectiva financeira e estrutura de reservas

A Tether é referência entre compradores de títulos do Tesouro americano e atua como elo entre cripto e finanças tradicionais. A auditoria pode influenciar a percepção de qualidade dos ativos que lastreiam a USDT, especialmente diante de questionamentos históricos sobre a composição de reservas. Em 2023, documentos judiciais revelaram detalhes sobre a concentração de ativos e a exposição a instrumentos de curto prazo, reforçando a importância da transparência.

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