Em Alta NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ibovespa fecha em alta, aversão a risco interrompe sequência de ganhos mensais

Ibovespa sobe 2,71% e fecha em 187.461,84 pontos, com primeira queda mensal desde meados do ano; dólar fica abaixo de R$ 5,20 ante expectativa de desescalada.

Gráfico mostrando tendência de alta e queda, ideia de negócios com conceito de finanças empresariais.
0:00
Carregando...
0:00
  • Ibovespa fechou em alta de 2,71%, aos 187.461,84 pontos, mas o mês encerrou com queda de 0,70%; o primeiro mês negativo desde meados do ano passado, apesar do trimestre com alta de 16,35%.
  • O volume financeiro somou R$ 37,9 bilhões no pregão.
  • Ação da Natura disparou após anúncio de acordo para a Advent comprar participação na empresa.
  • O dólar caiu 1,28%, encerrando a R$ 5,17, com expectativa de desescalada da guerra; março teve alta de 0,87% e o primeiro trimestre, queda de 5,65%.
  • Mesmo com a aversão a risco, fluxo de capitais estrangeiros mostrou entrada líquida de quase R$ 7,9 bilhões em março, elevando o saldo de 2026 para quase R$ 49,6 bilhões até o dia 26.

O Ibovespa fechou em alta de 2,71% nesta terça-feira, 31, acima de 187 mil pontos, impulsionado por notícias de possível alívio no conflito no Oriente Médio. Mesmo assim, encerrou o mês com queda de 0,70% e o primeiro trimestre de 2026 terminou com ganho de 16,35%.

A sessão teve volume de R$ 37,9 bilhões e registrou avanço das ações ligadas ao mercado interno, com destaque para a Natura, após acordo em que a Advent adquirirá participação na companhia. O Ibovespa atingiu máxima de 187.507,77 e mínima de 182.515,40 pontos durante o pregão.

Resultados corporativos, movimentos de para o setor de energia e sinais de arrefecimento do conflito contribuíram para o humor positivo, mas a aversão a risco global permaneceu presente por causa da continuidade do cenário geopolítico.

A semana também trouxe informações de que o presidente do Irã sinalizou disposição para encerrar a guerra, desde que recebam garantias, conforme reportou a Bloomberg. Analistas destacam que mensagens desse tipo animam, ainda que a incerteza geopolítica persista.

Mercado de ações e fatores internos

Em relatório, economistas do Bradesco destacaram que o conflito no Golfo é variável central e que os próximos dias devem trazer volatilidade e incerteza. Observam riscos como petróleo mais caro e inflação pressionada.

Capital externo mostrou entrada robusta em março, com quase R$ 7,9 bilhões até o dia 26, resultando em R$ 49,6 bilhões de ingresso líquido no mercado de ações brasileiro no 1º trimestre de 2026. A gestão de portfólio no JPMorgan sinalizou maior exposição ao Brasil.

Dólar e cenário externo

O dólar fechou em queda de 1,28%, a R$ 5,17, sob a expectativa de desescalada do conflito. No mês, a moeda norte-americana acumula alta de 0,87% em março e queda de 5,65% no trimestre frente ao real.

Durante o dia, o mercado ficou atento à formação da Ptax de fim de mês, com volatilidade relacionada às cotações à vista e às operações do BC. A Ptax fechou em R$ 5,2194 na venda no fim da sessão.

Ainda no noticiário externo, o Wall Street Journal reportou sondagens de que o presidente dos EUA discute encerramento de ações militares contra o Irã, enquanto o Estreito de Ormuz permanece parcialmente fechado.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais