- Ibovespa abriu em alta, aos 186.385 pontos, alta de 0,89% às 10h20, após seis sessões de queda, com reação à decisão de juros e ao cenário externo.
- No exterior, o ambiente segue de cautela devido a tensões no Oriente Médio e alta do petróleo; futuros de Nova York operam em alta.
- No Brasil, o Banco Central reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano, sinalizando possível ajuste no ritmo do ciclo de cortes.
- O cenário político também pesa: o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, gerando ruído local.
- Em campo de ações, Vale avança após queda recente; Petrobras recua; Usiminas e outros papéis sobem, dólar fica próximo de R$ 4,99.
O Ibovespa abriu em alta nesta quinta-feira (30), interrompendo uma sequência de quedas. O índice foi a 186.385 pontos, subindo 0,89% até as 10h20, após deixar o terreno negativo nos leilões.
Apesar da recuperação, o mercado segue atento a fatores internos e externos. O ambiente externo permanece de cautela, com tensão no Oriente Médio e alta recente do petróleo, embora futuros de Nova York operem em território positivo.
Cenário doméstico e política monetária
No Brasil, há repercussão da decisão do Copom, que cortou a taxa Selic em 0,25 ponto, para 14,50% ao ano. O Banco Central sinalizou possibilidade de ajuste no ritmo e na extensão dos cortes.
Destaques setoriais e câmbio
Entre os setores, Vale e bancos mostram desempenho positivo, enquanto Petrobras recua diante da volatilidade do petróleo. Usiminas e outras empresas de trimestre recente também ganham atenção.
- No câmbio, o dólar opera próximo de R$ 4,99, com viés de queda frente a ativos de risco.
Perspectiva de mercado
O pregão indica recuperação do mercado brasileiro, com investidores buscando preços mais descontados e monitorando o cenário externo e a trajetória dos juros. A pesquisa por estabilidade continua presente.
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