- O ouro fechou em alta na Comex, com o contrato de abril subindo 2,69% e cotado a US$ 4.647,6 por onça-troy, diante de sinais de avanço entre EUA e Irã sobre o conflito.
- No mês de março, o ouro caiu 12,5%.
- A prata para maio avançou 6,16%, a US$ 74,919 por onça-troy, enquanto o metal não-sofremos caiu cerca de 16% no mês.
- Analista do Swissquote aponta que o ouro pode recuperar o status de porto seguro, dependendo de petróleo, dólar e rendimentos dos títulos; o ativo não rende juros.
- A TD Securities avalia que, se o choque for visto como inflação, os metais monetários permanecem desfavorecidos, com Fed em pausa e menor crescimento da oferta monetária.
O ouro fechou em alta nesta terça-feira, 31, respaldado por sinais de aproximação entre EUA e Irã e pela expectativa de uma recuperação do status de porto seguro, mesmo sem a reabertura do Estreito de Ormuz. O ouro é cotado em dólar e não rende juros, o que favorece o metal em cenários de queda de renda fixa.
Na bolsa Comex, o contrato de ouro para abril subiu 2,69%, encerrando a US$ 4.647,6 por onça-troy. O metal acumula queda de 12,5% no mês de março, pressionado pela volatilidade macroeconômica. A prata para maio avançou 6,16%, para US$ 74,919 por onça-troy, com recuo mensal de cerca de 16%.
Perspectivas e fatores
Analistas destacam que a recuperação do ouro depende de múltiplos elementos, como preços do petróleo, relação dólar/fluxo cambial e rendimentos dos títulos. A pressão vendedora da região permanece moderada, mas o cenário permanece volátil.
Visão de mercado
Para o TD Securities, se o choque for precificado como inflação mais alta do que estagnação, os metais monetários devem permanecer desfavorecidos, com o Fed mantendo a pausa e menor risco à independência do banco central.
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