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Bitcoin fecha março em alta de 1,8% e evita queda de 6 meses

Bitcoin encerra março com alta de 1,8%, interrompendo cinco meses de queda; trimestre fecha com queda de 23,8% e pior resultado desde 2018

Foto: Shutterstock
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  • Bitcoin fechou março com alta de 1,8%, encerrando cinco meses seguidos de queda.
  • A sequência recente inclui quedas de 3,6% em outubro, 17,6% em novembro, 2,9% em dezembro, 10,1% em janeiro e 14,9% em fevereiro, segundo a CoinGlass.
  • No primeiro trimestre, o BTC caiu 23,8%, indo de US$ 87.508 em 1º de janeiro para US$ 66.619 em 31 de março, conforme Yahoo Finance.
  • Ao somar o desempenho do último trimestre de 2025 com os primeiros três meses de 2026, houve desvalorização de 41,6%.
  • Historicamente, quedas longas costumam preceder altas fortes; após a queda de 2018, o bitcoin registrou alta de 173,3% cerca de um ano depois.

O Bitcoin fechou março em alta de 1,8%, encerrando cinco meses consecutivos de queda. Dados da CoinGlass mostram desvalorizações de 3,6% em outubro, 17,6% em novembro, 2,9% em dezembro, 10,1% em janeiro e 14,9% em fevereiro.

Apesar da recuperação de março, a criptomoeda segue em território negativo neste começo de ano. O fechamento de março resulta na pior condição do primeiro trimestre desde 2018, com queda de 23,8% no período, conforme levantamento do Yahoo Finance.

Quando se soma o desempenho do último trimestre de 2025 e dos primeiros três meses de 2026, a desvalorização chega a 41,6%. A trajetória recente contrasta com ciclos históricos de recuperação após quedas prolongadas, que costumam preceder altas fortes.

Histórico aponta cenários positivos para recuperação

Historicamente, o Bitcoin já registrou aumentos expressivos após fases de baixa prolongada. Um exemplo é 2018, quando houve queda de seis meses, seguida por recuperação significativa no ano seguinte. Em 12 meses após esse período, houve valorização expressiva.

Entre 2015 e 2016, o ativo passou por quedas de curto prazo e, no período seguinte, registrou avanço robusto. Análises históricas indicam que períodos de três quedas consecutivas nem sempre antecipam desfechos negativos no longo prazo.

O histórico de movimentos do Bitcoin ilustra que, após repostas de curto prazo, há momentos de valorização no horizonte anual. O tema continua sob monitoramento de investidores e analistas, que acompanham o fluxo de capitais, regulação e novidades técnicas no ecossistema.

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