- Governo anunciou no dia 1º de abril de 2026, em Brasília, a destinação de mais de R$ 350 milhões do Fundo Amazônia para apoiar sociobioeconomia e inovação na Amazônia Legal.
- O objetivo é fortalecer cooperativas, ampliar a inclusão produtiva e incentivar ciência e tecnologia na região, beneficiando mais de 5.000 famílias e cerca de 60 instituições científicas e tecnológicas.
- O Fundo Amazônia é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
- Os recursos serão distribuídos em três eixos: Coopera+ Amazônia (R$ 107,2 milhões), Cooperar com a Floresta no Acre (R$ 69 milhões) e Desafios da Amazônia (R$ 181,3 milhões).
- Entre os projetos, Coopera+ Amazônia vai fortalecer 50 cooperativas em cinco estados e beneficiar mais de 3.000 famílias; Cooperar com a Floresta no Acre atenderá 2.500 famílias em 12 municípios; Desafios da Amazônia visa promover a inovação e a integração entre conhecimento científico e saberes tradicionais.
O governo federal anunciou nesta quarta-feira, 1º de abril de 2026, a destinação de mais de 350 milhões de reais do Fundo Amazônia para projetos de sociobioeconomia e inovação na Amazônia Legal. O foco é inclusão produtiva, fortalecimento de cooperativas e estímulo à ciência e tecnologia na região.
O anúncio ocorreu em Brasília, durante o lançamento do PNDBio, o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia. O Fundo Amazônia é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e gerido pelo BNDES.
Segundo o governo, a medida beneficia mais de 5 mil famílias e cerca de 60 cooperativas, além de apoiar aproximadamente 60 instituições científicas e tecnológicas, 32 delas na Amazônia.
O investimento visa estruturar a sociobiodiversidade por meio de três eixos de atuação. Cooperativas na Amazônia receberão R$ 107,2 milhões para fortalecimentos e aquisição de máquinas.
No Acre, R$ 69 milhões vão para a rede Cooperacre, com apoio a 2,5 mil famílias em 12 municípios, fortalecendo cadeias de polpa de frutas e café, além de criar entrepostos logísticos.
O terceiro eixo, Desafios da Amazônia, prevê R$ 181,3 milhões para promover inovação e a transição a um modelo econômico sustentável, articulando conhecimento científico com saberes tradicionais.
Lançado no mesmo ato, o PNDBio busca consolidar a política nacional de bioeconomia, integrando instrumentos de financiamento sustentável para o desenvolvimento regional sem desconsiderar a preservação ambiental.
Sobre o Fundo Amazônia, o governo destaca que, desde 2008, é a maior iniciativa mundial de resultados na redução do desmatamento. Entre 2023 e 2025, o fundo aprovou e contratou R$ 4 bilhões em 50 projetos.
Entre na conversa da comunidade