- O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, disse que não há intenção do governo federal de intervir no BRB no momento.
- A questão, segundo ele, está restrita ao governo do Distrito Federal, com o governo federal podendo oferecer apoio em algumas frentes administrativas e regulatórias.
- Ceron comentou o rebaixamento da nota de crédito do BRB pela Moody’s Local, de BBB- para CCC+, indicando alto risco de calote e possível nova revisão.
- A percepção é de que o BRB enfrenta questões relevantes de solvência que precisam ser enfrentadas, com medidas exigidas pelo Banco Central.
- O Ministério da Fazenda acompanha a situação não apenas do BRB, mas de outras instituições financeiras em situação semelhante, e ressalta que algumas ações de apoio podem ocorrer dentro do que for permitido pela União.
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou em entrevista que não há, no momento, intenção de intervenção do governo federal no BRB, banco do Distrito Federal, nesta quinta-feira, 2. A confirmação veio em tom de esclarecimento sobre a atuação do governo federal.
A fala reforça que a questão é restrita ao governo do Distrito Federal. O governador tem buscado apoio da União, especialmente em pautas administrativas, como cessão de carteiras de operações de crédito que contam com aval da União, entre outras frentes regulatórias.
Avaliação de crédito do BRB
Ceron mencionou o rebaixamento da nota de crédito do BRB pela Moody’s Local, que passou de BBB- para CCC+, indicando alto risco de calote e possibilidade de novo recuo na classificação. O governo federal acompanha a situação de perto.
Ele destacou que a Fazenda acompanha não apenas o BRB, mas outras instituições financeiras em cenários semelhantes. A análise envolve solvência e necessidades de capital de curto prazo, com ações que o Banco Central tem exigido da instituição.
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