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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem, mas guerra gera alerta

Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem para 202 mil na semana encerrada em 28 de março, mas a guerra no Oriente Médio aumenta a incerteza no mercado de trabalho

Anúncio de vaga de trabalho em Nova York
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  • Novos pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caíram 9 mil, para 202 mil na semana encerrada em 28 de março, indica o Departamento do Trabalho.
  • Economistas consultados pela Reuters previa incluem 212 mil pedidos para a última semana.
  • Os pedidos permanecem entre 201 mil e 230 mil neste ano, conforme descrevem um mercado de trabalho de baixa contratação e baixa demissão.
  • A estagnação do mercado é associada a incertezas como tarifas de importação, política de imigração e crescimento da oferta de mão de obra.
  • A guerra entre EUA e Israel contra o Irã acrescenta incerteza para as empresas, reforçando riscos ao emprego.

Os novos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caíram na semana encerrada em 28 de março, para 202 mil, com ajuste sazonal, segundo o Departamento do Trabalho. A variação veio em meio a poucas demissões.

Economistas consultados pela Reuters previam 212 mil pedidos na última semana. Ao longo de 2024, as solicitações permanecem entre 201 mil e 230 mil, cenário descrito como mercado de baixa contratação e baixa demissão.

A estagnação do mercado de trabalho é atribuída à incerteza causada por tarifas de importação e a políticas de imigração mais restritas. Economistas ressaltam que esses fatores afetam a criação de empregos.

Contexto econômico

A economia dos EUA abriu 18 mil empregos fora do setor agrícola, em média, nos três meses até fevereiro. A combinação de baixa criação de vagas e menor entrada de trabalhadores influencia a trajetória do emprego.

A guerra entre EUA e Israel contra o Irã, que já dura um mês, adiciona incerteza para as empresas. Na quarta-feira, houve sinalização de ataques mais agressivos contra o Irã, ampliando o risco para o mercado.

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