- Rio de Janeiro e Rondônia não aderiram à proposta federal de subvenção para diesel importado.
- Vinte e dois estados já assinaram o acordo; outros três devem responder até sexta-feira (três de abril de dois mil e vinte e seis).
- A Fazenda lidera as negociações e não divulgou a lista de estados aderentes; uma medida provisória será publicada apenas com definição de todos.
- A medida prevê isenção de R$ 1,20 por litro, sendo R$ 0,60 custeados pelo governo federal e R$ 0,60 pelos governos estaduais, proporcionais ao consumo de cada unidade.
- A subvenção vale até dois meses, é temporária e visa atenuar impactos da guerra no Oriente Médio; mais de oitenta por cento dos estados já sinalizaram adesão.
O Rio de Janeiro e Rondônia não aderiram à proposta federal de subvenção para importadores de diesel. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (2 abr 2026) pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, durante café com jornalistas em Brasília.
Alckmin informou que 22 Estados já concordaram com o acordo e que outros 3 devem responder até sexta-feira (3 abr 2026). A Fazenda conduz as negociações e não divulgou a lista completa neste momento.
A medida provisória deve ser publicada após a definição de todos os Estados. A proposta foi apresentada na quinta-feira anterior, em reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária, em São Paulo.
Estado com adesão até o momento
Do total de 1,20 real por litro de diesel, 0,60 real serão custeados pelo governo federal e 0,60 real pelos governos estaduais, proporcionais ao volume consumido.
A subvenção terá vigência de até 2 meses, de caráter excepcional e temporário, como forma de mitigar impactos da guerra no Oriente Médio sobre o combustível.
Mais de 80% dos Estados já sinalizaram positivamente a adesão, segundo a nota oficial. A Fazenda segue as tratativas para consolidar o apoio pendente.
Entre na conversa da comunidade