- Cento e setenta e oito mil vagas foram criadas em março, acima da expectativa de cinquenta e nove mil.
- A taxa de desemprego ficou em 4,3%, praticamente estável em relação ao mês anterior.
- O setor de saúde abriu mais vagas, com setenta e seis mil, puxado por serviços ambulatoriais e hospitais.
- O governo federal reduziu dezoito mil postos, mantendo queda de 11,8% desde outubro de dois mil e vinte e quatro.
- O salário médio por hora no setor privado subiu para $37,38, com alta de 3,5% em doze meses, e a média de jornada caiu para 34,2 horas.
Os Estados Unidos criaram 178 mil vagas de trabalho fora do setor agrícola em março, segundo o BLS. O resultado ficou acima da previsão de 59 mil postos pelo mercado. A taxa de desemprego ficou em 4,3%, quase estável em relação a fevereiro.
Apesar do ganho de vagas, o total de pessoas empregadas registrou leve queda na pesquisa domiciliar, e a participação da força de trabalho caiu para 61,9%. A força de trabalho diminuiu 396 mil pessoas em março.
Entre os setores, a saúde foi o principal impulsionador das contratações, com 76 mil vagas. Serviços ambulatoriais criaram 54 mil postos, puxados pelo retorno de trabalhadores após greve, e hospitais abrindo 15 mil vagas.
A construção aumentou em 26 mil vagas, enquanto transporte e armazenagem acrescentaram 21 mil, com destaque para serviços de entregas, responsáveis por 20 mil novas vagas. Assistência social também avançou, com 14 mil empregos.
O setor público federal trouxe redução de 18 mil vagas em março. Desde outubro de 2024, o governo acumula queda de 355 mil postos, o equivalente a 11,8%. As atividades financeiras cortaram 15 mil empregos no mês.
Salários seguiram em alta moderada: ganho médio por hora no setor privado subiu 0,09 dólar, para 37,38 dólares, registrando 3,5% de alta em 12 meses. A jornada semanal, por sua vez, recuou 0,1 hora, para 34,2 horas.
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