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Empresas criam cargos intermediários para acelerar formação de líderes

Mais de 50% das empresas criaram cargos intermediários para acelerar a formação de líderes, fortalecendo a linha de sucessão em ambientes dinâmicos

Pessoas sentadas alinhadas vestindo roupas formais e segurando documentos em mãos
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  • Mais de 50% das empresas consultadas criaram cargos intermediários para acelerar a formação de líderes, aponta a Robert Half.
  • Essas funções funcionam como laboratório de liderança, ajudando a observar respostas a contextos complexos e ampliar repertório em temas críticos.
  • Segundo Mario Custódio, diretor de recrutamento executivo da Robert Half, esses cargos fortalecem a linha de sucessão e reduzem lacunas de gestão em momentos decisivos.
  • As organizações passaram a adotar preparação contínua para a sucessão, com trajetórias de desenvolvimento mais claras e intencionais.
  • Em empresas de capital aberto, os cargos mais citados incluem Líderes de Transformação Digital (56%), Diretores Adjuntos (52%), Gestores de Inovação e Mudança (46%), Planejamento de Sucessão (46%) e Gerentes de Programas de Desenvolvimento de Liderança (46%).

As empresas estão ampliando a estrutura de cargos para acelerar a formação de uma nova geração de líderes, aponta estudo da consultoria Robert Half. Mais de 50% das organizações pesquisadas criaram funções intermediárias com esse objetivo.

O levantamento aponta que esses cargos funcionam como um laboratório de liderança, permitindo observar como profissionais lidam com contextos complexos e ampliando repertório em temas críticos. A lógica é preparar, e não apenas reagir a ausências.

Segundo Mario Custódio, diretor de recrutamento executivo da Robert Half, essas funções fortalecem a linha de sucessão e reduzem lacunas de gestão em momentos decisivos, ampliando a capacidade de resposta da empresa.

Cargos intermediários como nova abordagem de sucessão

O estudo mostra uma mudança na forma de pensar a sucessão. Em vez de promover apenas quando surge uma vaga, as organizações promovem trajetórias de desenvolvimento mais claras e intencionais.

Entre as funções criadas por empresas de capital aberto, destacam-se:

  • Líderes de Transformação Digital — 56%
  • Diretores Adjuntos ou Assistentes — 52%
  • Gestores de Inovação e Mudança — 46%
  • Planejamento de Sucessão — 46%
  • Gerentes de Programas de Desenvolvimento de Liderança — 46%
  • Líderes de Projetos Estratégicos — 44%
  • Diretores Regionais ou de Divisão — 28%
  • Líderes de Mentoria e Coaching — 28%
  • Funções de Chief of Staff — 28%
  • Equipes de DEI/ESG — 24%
  • Diretores Regionais ou de Divisão — 16%

A adoção dessas estruturas, conforme o estudo, amplia a capacidade de resposta a um ambiente de negócios cada vez mais dinâmico e fortalece uma liderança mais resiliente, alinhada às demandas futuras.

Custódio reforça a ideia de que profissionais expostos a transformação, estratégia e pressão real de negócio ascendem de forma mais rápida e com entendimentos que vão além de treinamentos formais.

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