- A Apple enfrenta dificuldades na fase de testes do primeiro iPhone dobrável, possível linha Ultra, com o lançamento previsto para setembro de 2026 em dúvida.
- Fontes afirmam que o início das remessas pode atrasar alguns meses e que fornecedores já foram alertados sobre mudanças no calendário de fabricação.
- As companhias dizem que os problemas não estão ligados à escassez de componentes, mas a obstáculos específicos no desenvolvimento; o período entre abril e maio é considerado crítico.
- A linha Ultra é vista como estratégia premium, com preço estimado em torno de US$ 2 mil e participação de menos de 10% da produção total da série.
- Analistas sugerem que a chegada do iPhone dobrável pode impactar o mercado de celulares dobráveis, diante da concorrência de Samsung, Huawei e Motorola, que se prepara para o Razr Fold.
A Apple enfrenta dificuldades técnicas durante os testes do suposto iPhone dobrável, que pode chegar sob o nome iPhone Ultra. A análise do Nikkei Asia aponta desafios maiores do que o previsto, o que coloca em dúvida o lançamento para setembro de 2026. Ainda assim, há quem mantenha a estratégia de estreia ainda em 2026.
Fontes próximas à empresa apontam que o início das remessas pode atrasar alguns meses e que fornecedores já foram avisados sobre alterações no calendário. Um informante pediu anonimato ao comentar que surgiram mais problemas no estágio inicial de produção do que o esperado.
Outra fonte revelou que as falhas atuais não estariam ligadas à escassez de componentes, mas sim a dificuldades específicas no processo de desenvolvimento. O período entre abril e maio é visto como crucial para definir próximos passos da decisão interna sobre o modelo.
Linha Ultra como estratégia premium
A linha Ultra é apresentada como a aposta da Apple para o segmento premium. A especulação aponta que o iPhone dobrável pode custar em torno de US$ 2 mil, tornando-se o item mais caro da linha de dispositivos móveis da empresa.
O objetivo é criar atratividade pelo recurso de dobradiça e recursos exclusivos, alavancando a oferta de dispositivos de alto valor. O modelo dobrável representaria menos de 10% do volume total de produção da linha Ultra, estimado entre 7 e 8 milhões de unidades.
Analistas veem potencial impacto no mercado de celulares dobráveis caso a Apple consiga viabilizar o lançamento. O setor já tem avanços com Samsung e Huawei, e consultorias apontam que a entrada da Apple pode impulsionar o crescimento do segmento. A Motorola prepara também seu Razr Fold, visando competição no mesmo espaço.
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