- O Podpah, criado em 2020 por Igor Cavalari, Thiago Marques e Victor Assis, tornou-se um dos podcasts mais assistidos no Brasil e lançou a Podpah Records para ampliar a atuação musical do grupo.
- No fim do ano passado, os três sócios investiram mais de 10 milhões de reais na construção de um hub multimídia em São Paulo, com mais de quatro mil metros quadrados.
- A meta é faturar acima de 100 milhões de reais em dois anos, objetivo destacado por Victor Assis durante a Brazil Conference, no MIT e Harvard, em Boston.
- A Podpah Records deve funcionar como plataforma de cooperação com artistas, oferecendo espaço para editoriais, criação de fonogramas e participação societária, abrangendo estilos como rap, funk, gospel e sertanejo.
- A gestão é liderada por Rafael Romano como chefe de operações; o grupo continua capital próprio, mas está aberto a conversas com investidores que compartilhem da visão, com foco em expandir as frentes de negócio.
Durante a pandemia, o conteúdo digital ganhou espaço e surgiu o Podpah, criado em 2020 por Igor Cavalari e Thiago Marques. Victor Assis chegou ao projeto em setembro daquele ano, trazendo visão de marketing. Hoje, o grupo se apresenta como uma holding com foco em mídia e música.
O Podpah evoluiu de podcast para hub de conteúdo e, recentemente, anunciou a Podpah Records, um modelo de plataforma, selo e gravadora. O objetivo é ampliar a autoridade do grupo no ecossistema musical brasileiro, com participação dos artistas como sócios.
Nos últimos meses, o trio investiu mais de R$ 10 milhões, usando capital próprio, para montar um hub multimídia em São Paulo com mais de 4 mil m². O espaço fica na Vila Leopoldina, após passagem por escritório em Pinheiros.
Podpah Records: filosofia e modelo de negócios
A empresa observa lacunas no cenário musical brasileiro, buscando uma plataforma que combine editorial, entrevistas e criação de fonogramas de forma colaborativa. O formato prevê que o artista seja sócio junto com o Podpah e o produtor, fortalecendo a relação com a geração Z.
Segundo Victor Assis, o objetivo é abrir espaço para diversidade de estilos, de rap a gospel, passando pelo funk e sertanejo. A ideia é manter presença contínua das marcas, com programas musicais e editoriais, além de ações digitais amplas.
Gestão, governança e metas financeiras
Victor aponta que Rafael Romano atua como chefe de operações, coordenando as diretorias. Assis assume o papel institucional, buscando novas oportunidades e grandes mídias. A meta anunciada é faturar acima de 100 milhões de reais, com o break-even já esperados neste ano.
O grupo mantém capital próprio, com o trio dedicando porto seguro ao crescimento. Ainda houve sinal de abertura para conversas com investidores alinhados ao planejamento, sem abandonar o projeto de longo prazo.
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