- A trégua reduziu a pressão sobre o petróleo e impulsionou as bolsas na Ásia.
- O Japão depende do petróleo que passa pelo estreito de Ormuz e a primeira-ministra Sanae Takaichi pediu garantias de segurança na navegação ao Irã.
- O petróleo Brent passou a ser negociado em torno de US$ 95 por barril, abaixo dos picos recentes de US$ 110.
- As bolsas asiáticas reagiram positivamente, com altas em Tóquio e Seul.
- O cenário permanece instável, após disparos de mísseis da Coreia do Norte que caíram no mar.
A trégua recente aliviou a pressão sobre o petróleo e impulsionou as bolsas na Ásia, envolvendo o Japão. O governo japonês busca entender se o acordo terá continuidade e mais consistência. A primeira-ministra Sanae Takaichi pediu garantias de segurança na navegação pelo estreito de Hormuz, crucial para o país.
No mercado, o Brent caiu para cerca de US$ 95 o barril, ante picos próximos de US$ 110. A queda sinaliza alívio imediato diante do acordo, ainda que dúvidas permaneçam sobre a estabilidade da trégua.
As bolsas asiáticas reagiram positivamente, com altas registradas em Tóquio e Seul. Contudo, as tensões na região seguem acesas, especialmente pelos disparos de mísseis da Coreia do Norte que caíram no mar nos últimos dias.
A procura japonesa por garantias de segurança na passagem pelo estreito de Hormuz reflete a dependência energética do país. O governo ressalta a necessidade de monitorar a evolução do cessar-fogo e seus impactos para o mercado.
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