- Milton Maluhy Filho, presidente-executivo do Itaú Unibanco, foi eleito presidente do Conselho Diretor da Febraban nesta quinta-feira (9).
- Ele sucede Luiz Carlos Trabuco, que encerrou seu mandato de três anos como presidente do conselho de administração do Bradesco em março.
- A Febraban afirmou que a mudança faz parte do processo natural de alternância na liderança da entidade.
- Maluhy afirmou que a presidência permite contribuir com uma agenda de crescimento do país baseada em responsabilidade, ética e solidez do sistema financeiro.
- O foco da gestão será ampliar a colaboração entre instituições, reguladores e todo o ecossistema financeiro, fortalecendo a capacidade do setor de responder às demandas da sociedade.
Milton Maluhy Filho, atual presidente-executivo do Itaú Unibanco, foi eleito presidente do Conselho Diretor da Febraban nesta quinta-feira, 9. A escolha encerra a sequência de governança interna da entidade para o nível mais alto de decisão, o que visa manter a condução estratégica do sistema financeiro.
A cerimônia de eleição ocorreu no âmbito da Febraban, que anunciou a mudança como parte de um processo natural de alternância no comando. Trabuco, que acumulava o papel de presidente do conselho do Bradesco, encerrou seu mandato de três anos na segunda semana de março.
Contexto e significado
A Febraban ressaltou que a nova coordenação busca ampliar a cooperação entre instituições, reguladores e o ecossistema financeiro. O objetivo é fortalecer a capacidade do setor de responder às demandas da sociedade com eficiência e visão de longo prazo.
Maluhy Filho destacou que assumir a presidência do conselho representa oportunidade de contribuir para uma agenda de crescimento do país com responsabilidade, ética e solidez do sistema financeiro. O executivo enfatizou a importância de manter pilares como o arcabouço regulatório e a confiança pública.
Legado e continuidade
A Febraban observou que o mandato de Trabuco contribuiu para ampliar o vínculo institucional entre entidades da indústria financeira. O Bradesco reforçou que a indústria financeira continua sólida, capaz de sustentar o desenvolvimento econômico e social do Brasil, com diálogo contínuo entre bancos e demais atores do setor.
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