- Potencial de ganhos com a universalização do saneamento em Minas pode chegar a R$ 72 milhões por ano, segundo estudo da Copasa.
- Universalização até 2040, prazo máximo do Marco Legal do Saneamento Básico, pode evitar custos com saúde, reduzir perdas de água e aumentar a produtividade econômica.
- Investimento necessário estimado em aproximadamente R$ 20 bilhões, com recuperação dos benefícios em poucos anos.
- Economia em gastos com saúde pode chegar a R$ 1,2 bilhão por ano; também há previsão de redução de cerca de 30% das perdas de água na rede.
- Projeção indica about 10 mil empregos diretos e indiretos durante as obras, além de valorização de imóveis e desenvolvimento urbano sustentável.
O estudo divulgado pela Copasa aponta que a universalização do saneamento básico em Minas Gerais pode gerar até R$ 72 milhões de ganho econômico por ano. O levantamento considera impactos diretos e indiretos do acesso a água e esgoto para a população.
A análise aponta que o objetivo de universalizar o saneamento até 2040, prazo máximo do Marco Legal, exigiria cerca de R$ 20 bilhões em investimentos. Os benefícios devem se traduzir em retorno financeiro em poucos anos.
Além disso, a Copasa estima economia anual de R$ 1,2 bilhão em gastos com saúde e redução de perdas de água em torno de 30% na rede. A melhoria também pode reduzir doenças ligadas à água contaminada.
Impacto econômico e social: a implementação deve gerar aproximadamente 10 mil empregos diretos e indiretos durante as obras. A medida pode valorizar imóveis e estimular o desenvolvimento urbano sustentável.
A empresa frisa que o saneamento é essencial para o crescimento econômico e a preservação ambiental. A meta está alinhada ao Plano Nacional de Saneamento Básico, que prevê acesso universal até 2033.
O presidente da Copasa, Daniel Proença de Gouveia, reforça a prioridade da iniciativa para o governo de Minas. Ele afirma que investir em saneamento é investir em saúde e qualidade de vida.
Plano e próximos passos: o estudo consolida o papel estratégico do saneamento na economia local e no bem-estar público. A Copasa lembra que o conteúdo está disponível em seu site para consulta.
A reportagem não identifica fontes adicionais, limitando-se aos dados oficiais da Copasa sobre o tema. Gabriel Rodrigues assina a matéria.
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