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Mastercard lucra US$ 4,60 por ação e supera projeções no 1º trimestre

Mastercard registra lucro por ação ajustado de US$ 4,60 e receita de US$ 8,4 bilhões no 1º trimestre, acima das estimativas; crescimento internacional de 9% impulsiona resultados

Na imagem, o logotipo da Mastercard; empresa teve lucro líquido de US$ 4,1 bilhões no 1º trimestre
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  • LPA ajustado foi de US$ 4,60 no 1º trimestre, acima da expectativa de US$ 4,41.
  • Receita líquida ficou em US$ 8,4 bilhões, acima da projeção de US$ 8,26 bilhões.
  • Lucro líquido ajustado cresceu 20% na comparação anual, para US$ 4,1 bilhões; a receita avançou 16%.
  • Margem operacional chegou a 60,8%, com serviços e soluções subindo 22% (US$ 3,45 bilhões) e pagamentos avançando 12% (US$ 4,95 bilhões).
  • Despesas com descontos e incentivos somaram US$ 5,64 bilhões; pagamentos processados totalizaram US$ 2,7 trilhões, alta de 7%, com crescimento internacional de 9%.

A Mastercard divulgou, nesta quinta-feira (30 de abr), resultados do 1º trimestre acima das projeções de mercado. O lucro por ação (LPA) ajustado ficou em US$ 4,60, ante estimativa de US$ 4,41, e a receita líquida foi de US$ 8,4 bilhões, acima do esperado de US$ 8,26 bilhões.

Comparado ao mesmo período de 2025, o lucro líquido ajustado subiu 20%, para US$ 4,1 bilhões, enquanto a receita avançou 16%. A margem operacional ficou em 60,8%, refletindo ganhos de eficiência.

A área de serviços e soluções puxou o crescimento, com alta de 22% e receita de US$ 3,45 bilhões. A divisão principal de pagamentos cresceu 12%, totalizando US$ 4,95 bilhões.

Ao mesmo tempo, os gastos com descontos e incentivos para parceiros aumentaram 23%, para US$ 5,64 bilhões. O volume total de pagamentos processados atingiu US$ 2,7 trilhões, com avanço de 7%.

Crescimento internacional

Fora dos EUA, o desempenho foi mais robusto, com alta de 9% frente ao 1T24, ante 4% no mercado doméstico. Transações internacionais mostraram maior dinamismo, com crescimento de 23%.

As despesas operacionais somaram US$ 3,29 bilhões, alta de 11%, impulsionadas principalmente por custos administrativos e por uma despesa de reestruturação de US$ 202 milhões no trimestre.

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